Clinica tratamento feminino/alcool e drogas

Clinica tratamento feminino alcool e drogas
Problemas relacionados ao consumo de álcool e outras drogas eram mais comuns entre homens.
Alem disso, diferenças entre os sexos e efeitos específicos de álcool e outras drogas, problemas nas mulheres tem um forte impacto no diagnostico e tratamento.
Aqui, abordaremos diferenças entre os sexos no que se refere a efeitos das drogas, problemas físicos e psiquiátricos associados ao seu uso.

EFEITOS DO ÁLCOOL
Na fisiologia feminina, uma quantidade menor de álcool e metabolizada; conseqüentemente, uma quantidade maior de álcool é absorvida pelas mulheres quando comparada aos homens levando também um aumento de concentração sanguínea de álcool.
Variações na organização do cérebro de homens e mulheres, particularmente a ação de substancias chamadas neuroesteroídes, também influenciam as diferenças entre os sexos em relação a resposta do organismo ao álcool. Esta maior vulnerabilidade explica, ao menos em parte, porque a dependência ao álcool e os problemas físicos associados progridem mais rápido em mulheres.

PROBLEMAS FÍSICOS DO ÁLCOOL
As co-morbidades associadas ao uso de álcool encontra-se aumentadas em mulheres, que apresentam taxas mais elevadas de problemas do fígado (incluindo cirrose) que os homens. E provável que as ações dos hormônios femininos contribua para piorar o dano ao fígado causado pelo o álcool. Alem disso, pressão alta, anemia, desnutrição, hemorragias, ulceras gastrointestinais, problemas cardíacos e cognitivos avançam mais rápido em mulheres, o que significa que os tratamentos deveriam ser instituídos o quanto antes.Para evitar um mal ainda maior….

EFEITOS ESPECÍFICOS DO ÁLCOOL EM MULHERES
O consumo abusivo de álcool está associado a diversos problemas de saúde:
• Interrupção das menstruações
• Tensão pré-menstrual
• Problemas de fertilidade
• Menopausa precoce

PROBLEMAS PSIQUIÁTRICOS DO USO DO ÁLCOOL
Mulheres alcoolistas, mais freqüentemente do que os homens alcoolistas têm risco aumentado de também apresentarem algum outro problema psiquiátrico (65 contra 44%).
A identificação da existência ou não de um quadro de depressão é importante para o resultado do tratamento. Sabemos que um diagnóstico de depressão entre mulheres alcoolistas está geralmente associado a um melhor resultado do tratamento do alcoolismo, sendo que o oposto ocorre entre os homens.
OUTRAS DROGAS
No que se refere aos efeitos das outras drogas, poucos estudos foram feitos comparando os dois sexos, assim ainda não dispomos de dados definitivos. Há evidencias de que a droga como cocaína, a maconha, tranqüilizantes e estimulantes tenham efeitos mais prejudiciais em mulheres.
A maior parte do tratamento foi desenvolvida para os homens e somente depois, adaptados para as mulheres. No entanto, sabemos que as mulheres têm necessidades especiais, que estão resumidas no quadro seguir:

ASPECTOS DO TRATAMENTO PARA MULHERES
• Mulheres dependentes químicas sofrem intensos estigmas sociais, que decorre muitas vezes da noção incorreta de que elas sejam mais promiscuas e sexualmente disponíveis. Este estigma faz com que muitas tenham vergonha de admitir o problema d procurar o tratamento correto. Alem disso, muitos profissionais de saúde também não se sentem a vontade em perguntar sobre o uso de álcool/drogas para mulheres, o que retarda o diagnostico e adequado encaminhamento.
• As mulheres ainda enfrentam outras barreiras na busca por tratamento, tais como: não ter com quem deixar os filhos e medo de perder a guarda dos filhos se admitirem que tem um problemas com álcool e outras drogas.
• A alta prevalência de transtornos psiquiátricos em mulheres dependentes, porque um transtorno primário (mais freqüentemente o caso entre mulheres) dificilmente melhorara somente com a abstinência e o uso de medicação especifica pode ser necessário. Alem disso, a avaliação apropriada de comorbidades.
Deve ser dada nesse aspecto na avaliação inicial da paciente.
• Mulheres dependentes químicas relatam com maiores freqüências comportamentos sexuais de risco e descuido . Assim, uma revisão completa do estado físico, com especial atenção para fatores de risco. Alem de investigar ativamente a existência de outros transtornos,
O uso de álcool/drogas entre mulheres sofre maiores influencias dos companheiros e da família do que os homens. Outro passo importante é a participação da família nos tratamentos, uma vez que a família é mais afetada quando a mulher tem problemas de dependência química. Eventualmente,seria bom uma terapia familiar.

                    Tipos de Drogas

• Existem diversos tipos de drogas lícitas e ilícitas, caracterizam-se pelo alto grau de dependencia que causam aos seus usuários e pelo prazer imediato que geram antes, durante e depois do consumo.

​ • Cada droga tem suas características específicas e seus usuários dependentes geralmente formam grupos por identidade e semelhança de comportamento, idéias e ideologias.

​ • Todas as drogas, sendo lícitas ou ilícitas não geram apenas o prazer imediato, geram também o desconforto, o vício, a degradação, a dependencia, e muitas vezes a morte como vemos todos os dias.

​ • Neste espaço você pode conhecer um pouco mais de cada droga, ver os melefícios, conferir suas substâncias, porcentagem de usuários, morte, tratamento.

​ • As drogas matam não apenas o dependente, mas também a família ! Livre-se deste vício

 

Sobre o LSD

 LSD é uma abreviação usada para dietilamida do ácido lisérgico. Trata-se de uma droga alucinógena, sintética, isto é, fabricada em laboratório, de uso oral (é ingerida), que não possui odor, sabor ou cor, é mais comumente utilizada, por adolescentes e jovens. Pequenas doses do LSD, em torno de 20 à 50 microgramas já produzem alterações mentais, provocando sérias distorções no funcionamento cerebral do usuário, ou melhor, alucinações, além de várias outras reações conforme veremos mais adiante. De acordo com a Organização Mundial da Saúde e as Nações Unidas o LSD é uma droga proscrita, ou seja, proibida. No Brasil, o Ministério da Saúde não reconhece o uso médico, portanto, ficam proibidas a sua produção, o uso e o comércio, considerando-se crime, e caso a pessoa enquadre-se em alguma(s) dessas situações, estará sujeita às penas da lei.

 

EFEITOS

 

Como acontece com todas as outras drogas, devemos considerar as condições físicas e mentais do indivíduo e a quantidade ingerida, mas de um modo geral os efeitos do LSD surgem de30 à 90 minutos após a ingestão de uma dose, durando em média 6 (seis) horas. Eles podem ser divididos em efeitos físicos e psíquicos, como seguem:

​ Físicos: Tremores, aumento da temperatura corporal , da freqüência cardíaca, e da pressão arterial, pupilas dilatadas, aumento da glicemia, suores, perda de apetite, náuseas, tontura, parestesia (queimação da pele), boca seca, insônia e convulsão. O uso crônico pode resultar em fadiga e tensão podendo perdurar por vários dias.​

​ Psíquicos: Durante o efeito do alucinógeno são produzidos fenômenos alucinatórios que envolvem alterações nas percepções: auditivas, visuais, gustativa, olfativa, táctil, perda do limite entre o espaço e o próprio corpo, podendo causar diversos tipos de acidentes: domésticos, de trabalho, automobilísticos, etc., despersonalização, sensações de pânico e medo, ou ainda sinestesias, que é uma confusão de informações sensoriais,onde as sensações auditivas,traduzem-se em imagens e estas em sons , delírio, sensações alternadas e simultâneas de alegria e tristeza, e de relaxamento e tensão, perda da coordenação do pensamento, apreensão constante.​ As sensações produzidas pelo LSD, ao usuário, são “reais”, provocando medo, prazer, ansiedade, dor, e com seu uso continuado estes efeitos poderão tornar-se crônicos, causando: depressão profunda, surtos de esquizofrenia, reflexos exaltados e perda da memória.

 O PERIGO

 De longe o melhor tratamento contra as drogas é a prevenção, a busca do conhecimento, da informação, dos efeitos que causam a curto e a longo prazo na vida individual e familiar do usuário e de suas famílias, na comunidade, enfim, conhecer um pouco das conseqüências. Se após todas estas etapas, ainda houver um envolvimento é possível procurar um tratamento auxiliar. Atualmente vários segmentos da sociedade, como por exemplo, governamentais, religiosos, estudantis (universidades), saúde e ONGs (Organizações Não Governamentais) mobilizam-se em busca de ajudar à salvar jovens, adolescentes, adultos e crianças que entram num túnel onde na maioria da vezes precisam de outros para enxergar a luz!

• Existem diversos tipos de drogas lícitas e ilícitas, caracterizam-se pelo alto grau de dependencia que causam aos seus usuários e pelo prazer imediato que geram antes, durante e depois do consumo.

​ • Cada droga tem suas características específicas e seus usuários dependentes geralmente formam grupos por identidade e semelhança de comportamento, idéias e ideologias.

​ • Todas as drogas, sendo lícitas ou ilícitas não geram apenas o prazer imediato, geram também o desconforto, o vício, a degradação, a dependencia, e muitas vezes a morte como vemos todos os dias.

​ • Neste espaço você pode conhecer um pouco mais de cada droga, ver os melefícios, conferir suas substâncias, porcentagem de usuários, morte, tratamento.

​ • As drogas matam não apenas o dependente, mas também a família ! Livre-se deste vício

Sobre o OXI

Desde a década de 1980, distante dos grandes centros brasileiros, o estado do Acre convive com a destruição produzida pelo óxi, uma mistura de pasta-base de cocaína, querosene e cal virgem mais devastadora do que o temível crack. A droga, vendida no formato de pedra, ao valor médio de 2 reais a unidade, vem se popularizando na região Norte e, agora, espalha sua chaga pelas cidades do Centro-Oeste e Sudeste. “Ela já chegou ao Piauí, à Paraíba, ao Maranhão, a Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro”, diz Álvaro Mendes, vice-presidente da Associação Brasileira de Redução de Danos. Uma amostra da penetração da droga em São Paulo pôde ser vista na última quinta-feira, quando a Polícia deteve, na capital, um casal que carregava uma pedra de meio quilo de óxi.

Ao menos duas característias da droga ajudam a explicar por que ela se espalha pelo país. A primeira é seu potencial alucinógeno. Assim como o crack, o óxi pode estimular em um usuário o dobro da euforia provocada pela cocaína. A segunda razão é seu preço. “O crack não é uma droga cara, mas o óxi é ainda mais barato”, diz Philip Ribeiro, especialista em dependência química do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP). “Quando surge uma droga mais poderosa, mais barata e fácil de produzir, a tendência é que ela se dissemine”, diz Ronaldo Laranjeira, psiquiatra da Univesidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Isso ocorre especialmente porque não se criou no Brasil até agora um sistema eficaz de tratamento de dependentes.”

O lado mais assustador do óxi talvez seja a carência de dados sobre seu alcance no território brasileiro. Quem se debruça sobre o assunto, avalia que a droga atinge todas as classes sociais. “Não há um perfil estabelecido de usuário: ela é usado tanto pelos estratos mais pobres quanto pelos mais ricos da população”, diz Ana Cecília Marques, psiquiatra da Associação Brasileira de Estudos de Álcool e Outras Drogas (Abead).

Também faltam estudos científicos sobre sua ação sobre o ser humano. Por ora, sabe-se que, por causa da composição mais “suja”, formada por elementos químicos agressivos, ela afeta o organismo mais rapidamente. A única pesquisa conhecida sobre a droga – conduzida por Álvaro Mendes, da Associação Brasileira de Redução de Danos, em parceria com o Ministério da Saúde – acompanhou cem pacientes que fumavam óxi. E chegou a uma terrível constatação: a droga matou um terço dos usuários no prazo de um ano.

Além, é claro, do risco de óbito no longo prazo, seu uso contínuo provoca reações intensas. São comuns vômito e diarreia, aparecimento de lesões precoces no sistema nervoso central e degeneração das funções hepáticas. “Solventes na composição da droga podem aumentar seu potencial cancerígeno”, explica Ivan Mario Braun, psiquiatra e autor do livro Drogas: Perguntas e Respostas.

Por último, mas não menos importante, uma particularidade do óxi assusta os profissionais de saúde: a “fórmula” da droga varia de acordo com “receitas caseiras” de usuários. É possível, por exemplo, encontrar a presença de ingredientes como cimento, acetona, ácido sulfúrico, amônia e soda cáustica – muitos dos itens podem ser facilmente encontrados em lojas de material de construção. A variedade amplia os riscos à saúde e dificulta o tratamento.

                       Sobre a Maconha

São as flores e folhas secas da planta CANNABIS SATIVA, também conhecida como Cânhamo verdadeiro. Os cigarros são chamados de: erva, pacau, baseado, charão, fininho ou finório. Contém várias substâncias que têm efeitos cerebrais, a mais conhecida sendo o delta-9-tetrahidrocanabinol (D -9-THC,THC). Também contém substâncias que não agem no cérebro, como o alcatrão. Outras preparações da CANNABIS são o haxixe, ganja e charas.

 

EFEITOS

 

Os efeitos variam se a droga é fumada ou tomada, e dependem da quantidade usada. Com doses baixas há euforia (sensação de bem-estar) e risos, quando em grupo, ou há relaxamento e sonolência, se está sozinho. A memória fica prejudicada e a pessoa não consegue executar tarefas múltiplas. Há aceleração do tempo subjetivo, fazendo minutos parecerem horas, e confusão entre passado, presente e futuro. Os sentidos ficam aguçados, mas o indivíduo tem menor equilíbrio e força muscular. Os olhos ficam vermelhos (congestão da conjuntiva), a boca seca, e aumenta a vontade de comer doces. O pulso fica acelerado, e a pressão pode diminuir quando a pessoa fica em pé, causando tontura. Com doses mais altas iniciam os delírios (desorientação, confusão, raciocínio incoerente, medo, ilusões), alucinações (perceber algo quando não há estímulo) e despersonalização (sente que não é mais ele mesmo), que podem atingir um nível de psicose tóxica. Nestes estágios de intoxicação a pessoa pode sentir-se muito mal, mostrar-se agitada e confusa, caracterizando a má viagem.

 

FAZ MAL PARA SAÚDE?

 

Sem referir os problemas de comportamento já citados, é conhecido que:

​​• fumar maconha traz os mesmos problemas que fumar cigarro de tabaco: bronquite, asma, faringite, enfisema e câncer;
• há maior risco de sofrer acidentes de trânsito;
• diminui a imunidade, aumentando a chance de ocorrerem infecções;
• se for usada durante a gravidez, existe a possibilidade de prejudicar o feto.

 

PODE OCASIONAR DEPENDENCIA?

 

A dependência pode ocorrer por uso repetido, durante bastante tempo. Pode haver tolerância(precisa usar maior quantidade de droga para sentir os mesmos efeitos de antes), de forma que a pessoa passa a fazer uso diário da droga, no entanto, a suspensão abrupta do uso não produz sintomas físicos. O dependente se afasta da família, do trabalho e do lazer, para ficar usando a droga. Alguns podem perder o interesse por cuidar de sua saúde ou higiene.

                           Sobre a Cocaína

A cocaína é um alcalóide (produto extraído das folhas de uma planta chamada Erythroxilon coca encontrada principalmente em países da América do Sul e Central). Também é conhecida como coca, pó dourado, neve ou “senhora”.

 

QUAIS OS TIPOS DE PREPARAÇÃO DA COCAÍNA?

 

Existem vários tipos de preparação de coca:

​ • Folhas de coca: podem ser mascadas ou ingeridas; são de uso cultural pelos povos do Peru, Colômbia, Equador, etc.;

​ • Pasta de coca: é fumada com tabaco ou maconha sendo esta mistura conhecida como BASUCO. Além da cocaína, esta preparação contém solventes como ácido sulfúrico;

​ • Pó de coca (cloridrato): pode ser cheirado ou injetado;pó de coca (cloridrato): pode ser cheirado ou injetado;

​ • “crack” ou “rock” (base livre): é fumado e tem aparência de mineral. Quando aquecido faz barulhos, o que caracteriza o nome “crack”.

 

POR QUE É USADA COM FIM DE ABUSO?

 

Todos os efeitos produzidos pela cocaína variam em função da preparação, das doses, da forma de administração e da freqüência de uso. Se a pessoa está sozinha ou em grupos as manifestações produzidas pela droga ou sua intensidade pode diferir. Em pequenas doses ocasiona euforia, excitação e agitação. Em doses moderadas surgem sensação de competência (inteligência, capacidade de resolver problemas, autoconfiança) e habilidade. Em doses elevadas pode provocar alucinações. Após o término do efeito da dose a pessoa pode sentir-se deprimida (triste) e ficar tentada a usar outra dose para se animar.

 

QUAIS OS EFEITOS ASSOCIADOS AO USO DA COCAÍNA?

 Já com doses baixas, a cocaína ocasiona alterações em todo o organismo como aumento da freqüência dos batimentos cardíacos (taquicardia) e aumento da pressão arterial (hipertensão). Com a utilização da doses moderadas podem aparecer vômitos, diarréia, excitação, confusão das idéias até ansiedade extrema. Estes efeitos podem durar de poucas horas até alguns dias. A utilização de doses elevadas podem ocasionar uma significativa hipertensão arterial, taquicardia, calafrios, transpiração excessiva, convulsões e morte (por efeitos sobre o coração e respiração) que caracterizam a intoxicação aguda, também conhecida como overdose.

Com o uso freqüente e contínuo (semanas ou meses) podem ocorrer alterações comportamentais como: agressividade, idéia de perseguição(paranóia), alucinações táteis (sensação de insetos caminhando sobre a pele), visuais e auditivas (ver e ouvir coisas) e delírios (desorientação, confusão, medo e ilusões). Também pode ocorrer emagrecimento e perfuração dos septo nasal quando inalada.

 

QUAIS OS RISCOS DO USO DA COCAÍNA INJETÁVEL?

 

A administração injetável (parenteral) da cocaína pode trazer problemas em função do solvente utilizado (líquido par dissolver a droga) e das seringas não serem esterilizadas. Também pode acontecer da contaminação ocorrer pelo fato da mesma seringa ser utilizada por mais de uma pessoa. Transmissão de hepatite de endocardite infecciosa, AIDS e menos comumente pneumonia ou infecções localizadas são as doenças mais freqüentes. A falta de higiene no local da administração da droga pode ocasionar o aparecimento de feridas (ulcerações) e desencadear, mais tarde, uma infecção grave em outros locais do organismo.

 

QUAIS OS PROBLEMAS DO USO DA COCAÍNA NA GRAVIDEZ?

 

O uso continuado de cocaína durante a gravidez pode ser responsável pelo nascimento de bebês pequenos (retardo de crescimento intra-uterino), malformações (microcefalia) e abortos espontâneos. Além disso, após o nascimento, o bebê pode apresentar comprometimento neurológico e ter manifestações comportamentais diferentes (ex.: chorar de forma inconsolável).

 

A COCAÍNA CAUSA DEPENDÊNCIA?

 

Sim, quando o usuário utiliza a droga por diversos dias ou meses. No início a pessoa pode sentir necessidade do aumento da dose para produção do mesmo efeito (tolerância). Além disto, afasta-se da família, amigos e trabalho e pode passar a vender os seus objetos ou a roubar para manter o consumo da droga. Quando a pessoa pára de usar ou reduz a quantidade utilizada pode sentir depressão (tristeza), irritabilidade, ansiedade, cansaço e insônia (não consegue dormir). Por isso, existe uma forte tendência para a continuação do uso da droga.

 

EXISTE TRATAMENTO PARA O USUÁRIO DE COCAÍNA?

 

Sim. O usuário não deve sentir-se abandonado por amigos ou familiares. Ele deve ser incentivado a procurar ajuda em centros especializados onde o tratamento de desintoxicação e acompanhamento posterior poderão ser obtidos.

 

Sobre o Crack

Crack é uma droga ilícita, ou seja, uma substância psicoativa de ação estimulante do sistema nervoso central. O crack é um subproduto da pasta da cocaína, droga extraída por meio de processos químicos, das folhas da coca (Erythroxylum coca), uma planta originária da América do Sul.

 

PRODUÇÃO

 

O crack surgiu como opção para popularizar a cocaína, pelo seu baixo custo. Para a produção do crack, uma mistura de cocaína em pó (ainda não purificada) dissolvida em água e acrescida de bicarbonato de sódio (ou amônia) é aquecida. O aquecimento separa a parte sólida da liquida. Após a parte sólida secar, é cortada em forma de pedras. Por não passar pelo processo final de refinamento pelo qual passa a cocaína, o crack, possui uma grande quantidade de resíduos das substâncias utilizadas durante todo o processo. Prontas para o consumo, as pedras podem ser fumadas com a utilização de cachimbos, geralmente improvisados. Ao serem acesas, as pedras emitem um som, daí a origem do nome “crack”.

 

                             CLICK AQUI EFEITOS DO CRACK

 Os efeitos do crack são basicamente os mesmos da cocaína: sensação de poder, excitação, hiperatividade, insônia, intensa euforia e prazer. A falta de apetite comum nos usuários de cocaína é intensificada nos usuários de crack. Um dependente de crack pode perder entre 8 e 10 kg em um único mês. Por ser inalado, os crack chega rapidamentente ao cérebro, por isso seus efeitos são sentidos quase imediatamente – em 10 a 15 segundos – no entanto, tais efeitos duram em média 5 minutos, o que leva o usuário a usar o crack muitas vezes em curtos períodos de tempo, tornando-se dependente rapidamente. Daí o grande poder de causar dependência do crack. Após tornar-se dependente, sem a droga o usuário entra em depressão e sente um grande cansaço, além de sentir a “fissura”, que é a compulsão para usar a droga, que no caso do crack é avassaladora. O uso contínuo de grandes quantidades de crack leva o usuário a tornar-se extremamente agressivo, chegando a ficar paranóico, daí a gíria “nóia”, como referência ao usuário de crack. Problemas mentais sérios, problemas respiratórios, derrames e infartos são as consequências mais comuns do uso do crack.

 

                                   FUMAR CRACK NA GRAVIDEZ PREJUDICA O BEBE?

 

Sim. A gestante ao fumar crack aumenta o risco de aborto. Para o bebê, o crack pode causar má formação, baixo peso ao nascer; e, na infância, o aumento do risco de morte súbita, alterações do comportamento e atraso no desenvolvimento. Importante: o crack passa pelo leite materno.

 

QUAIS OS RISCOS DO USO DA COCAÍNA INJETÁVEL?

 

A administração injetável (parenteral) da cocaína pode trazer problemas em função do solvente utilizado (líquido par dissolver a droga) e das seringas não serem esterilizadas. Também pode acontecer da contaminação ocorrer pelo fato da mesma seringa ser utilizada por mais de uma pessoa. Transmissão de hepatite de endocardite infecciosa, AIDS e menos comumente pneumonia ou infecções localizadas são as doenças mais freqüentes. A falta de higiene no local da administração da droga pode ocasionar o aparecimento de feridas (ulcerações) e desencadear, mais tarde, uma infecção grave em outros locais do organismo.

                         Sobre o Êxtase

• A MDMA (3,4-metilenodioximetanfetamina), comumente chamado de êxtase, é uma droga sintética, ilegal e com potencial de gerar dependência. Quimicamente similar ao estimulante metanfetamina e ao alucinógeno mescalina, a MDMA possui propriedades estimulantes e alucinogênicas, embora muito menos intensa quando comparada à maioria das drogas alucinógenas.

• O êxtase é mais comercializado na forma de comprimido, podendo ainda ser encontrado na forma de cápsula ou em pó. Diversos outros nomes populares também vêm sendo utilizados, como MDMA, A, E, I X, XTC, ADAM, pílula do amor, bala, etc.
• Uma questão que merece atenção é a pureza e a composição dos comprimidos. Ao longo dos anos, o êxtase teve acrescida a sua composição uma série de substâncias. Um comprimido dessa droga pode conter quantidades variáveis de MDMA, além de poder incluir outras substâncias, como MDA, MDEA, metanfetamina, anfetamina, cafeína, efedrina e LSD. • O uso recreativo da droga geralmente é feito com um ou dois comprimidos, em doses que variam de 75 a 150mg, podendo haver doses subseqüentes horas após o uso. Seus efeitos podem durar até 8 horas.

 

MECANISMO DE AÇÃO

 

• Logo após a ingestão, a MDMA distribui-se amplamente pelo organismo, chegando ao cérebro. Sua metabolização é realizada principalmente no fígado, e sua eliminação ocorre através da urina, sendo concluída após aproximadamente dois dias.
• A MDMA atua no cérebro intensificando a atividade de, pelo menos, três neurotransmissores – serotonina, noradrenalina e dopamina – por meio do aumento de sua disponibilidade no axônio terminal (membrana pré-sináptica do neurônio).
• A serotonina é um neurotransmissor que atua na regulação de humor, sono, dor, apetite e outros comportamentos. A intensificação da atividade da serotonina causa a elevação do humor descrita por alguns usuários de êxtase, explica também os efeitos negativos sentidos nos dias seguintes ao uso do êxtase, pois o cérebro fica como que esvaziado de serotonina, em função de sua liberação excessiva durante o efeito da droga.

 

EFEITOS NO ORGANISMO

 

•A droga apresenta efeitos semelhantes aos estimulantes do sistema nervoso central (agitação), bem como efeitos perturbadores (mudança da percepção da realidade). Seus efeitos mais marcantes são a sensação de melhora nas relações entre as pessoas, o desejo de se comunicar, melhora na percepção musical e aumento da percepção das cores.
•À semelhança de outras drogas psicotrópicas, os efeitos do êxtase dependem do local e do que ocorre no momento do uso. O ambiente mais comum para o consumo é o de clubes noturnos e raves, cujo cenário é enriquecido com jogos de luzes e música eletrônica. Além disso, a MDMA faz com que as pessoas consigam se perceber melhor e a gostar mais de si mesmas.
• O êxtase causa, também, diminuição do apetite, dilatação das pupilas, aceleração do batimento cardíaco, aumento da temperatura do corpo (hipertermia), rangido de dentes e aumento na secreção do hormônio antidiurético.
• Efeitos residuais são aqueles que perduram dias após o uso de uma droga. Muitos usuários relatam ter um episódio depressivo nos dias seguintes ao uso do êxtase, o que é chamada de depressão de meio de semana. Fadiga e insônia também são comuns.

 

CONSEQUÊNCIAS NEGATIVAS

 

• O uso de êxtase é geralmente seguido de um grande esforço físico, devido a uma prática vigorosa da dança. Essa associação (esforço físico e êxtase) tende a aumentar consideravelmente a temperatura, que pode atingir mais de 42ºC e, inclusive, ser mortal.
• Uma das complicações mais curiosas, no entanto, é a da intoxicação por água. Com o aumento da temperatura, a ingestão de água torna-se uma necessidade. Mas, quando isso acontece de forma excessiva, a água pode começar a se acumular no organismo, uma vez que o êxtase também dificulta a eliminação dos líquidos do corpo (aumenta a liberação do hormônio antidiurético). Dessa forma, a ingestão excessiva de água pode se tornar perigosa, inclusive fatal.
• O êxtase também pode causar disfunção do sistema imunológico, sendo esse quadro agravado quando há associação dessa substância com o álcool. Há também um curioso, porém significativo, ranger de dentes que pode ocorrer nos usuários da MDMA. Esse quadro é mais acentuado nos dentes posteriores e pode inclusive persistir após o uso da droga. • As pessoas que usam o êxtase com freqüência podem começar a apresentar problemas no fígado, como diminuição da capacidade de funcionamento do fígado e ficar com a pele amarelada (icterícia). Problemas cognitivos (aprendizagem, memória, atenção) podem surgir com o uso repetido por período prolongado.
• O êxtase também pode desencadear problemas psiquiátricos, como quadros esquizofreniformes (formas de loucura), pânico (estados de alerta intenso, com medo e agitação) e depressão. Esses problemas têm maior ou menor probabilidade de ocorrer, dependendo das características da pessoa, do momento de sua vida, da freqüência e do contexto de uso.

                                    Sobre os Barbitúrios

• Os barbitúricos (ou derivados do ácido barbitúrico) foram por muito tempo, a droga de escolha para o tratamento da insônia. O declínio de seu uso deu-se por vários motivos como: mortes por ingestão acidental, o uso em homicídios e suicídios, e principalmente pelo aparecimento de novas drogas como os benzodiazepínicos. Hoje em dia, os barbitúricos ainda são utilizados no tratamento de distúrbios convulsivos e na indução da anestesia geral.

 

O QUE OS BARBITÚRICOS FAZEM NO ORGANISMO?

 

A principal ação do barbitúrico é sobre o Sistema Nervoso Central. Eles podem causar depressão profunda, mesmo em doses que não têm efeito sobre outros órgãos. A depressão pode variar sendo desde um efeito sedativo, anestésico cirúrgico, ou até a morte. Outro efeito dos barbitúricos é o de causar sono, podendo induzir apenas o relaxamento (efeito sedativo) ou o sono (efeito hipnótico), dependendo da dose utilizada.

 

ABSORÇÃO, ETABOLISMO E EXCREÇÃO DOS BARBITÚRICOS

 

O uso de barbitúricos pode ser oral, intramuscular, endovenoso, ou retal. Independentemente da via de administração eles se distribuem uniformemente pelos tecidos. Após a absorção, eles se ligam a proteínas do sangue e vão agir principalmente no cérebro, devido ao seu alto fluxo sangüíneo. Os efeitos depressores aparecem entre 30 segundos e de 15 minutos, dependendo do tipo de barbitúrico utilizado.

 

ENVENENAMENTO BARBITÚRICO

 

• O envenenamento barbitúrico é um problema clínico significativo, podendo levar à morte em alguns casos. A dose letal do barbitúrico varia de acordo com muitos fatores, mas é provável que o envenenamento grave ocorra com a ingesta de uma só vez de doses dez vezes maiores que a dose hipnótica total. Se o álcool ou outros agentes depressores forem utilizados junto com o barbitúrico, as concentrações que causam morte são mais baixas.

​ • Em casos de envenenamento grave o paciente apresenta-se comatoso, com a respiração lenta ou rápida e curta, a pressão sanguínea baixa, pulso fraco e rápido, pupilas mióticas reativas à luz e volume urinário diminuído. As complicações que podem ocorrer são: insuficiência renal e complicações pulmonares (atelectasia, edema e broncopneumonia). O tratamento nestes casos é de suporte.

 

TOLERÂNCIA AOS BARBITÚRICOS

 

O uso crônico de barbitúricos pode levar ao desenvolvimento da tolerância. Isso ocorre tanto pelo aumento do metabolismo da droga, como pela adaptação do sistema nervoso central à droga. O grau de tolerância é limitado, já que há pouca ou nenhuma tolerância aos efeitos letais destes compostos.O uso crônico de barbitúricos pode levar ao desenvolvimento da tolerância. Isso ocorre tanto pelo aumento do metabolismo da droga, como pela adaptação do sistema nervoso central à droga. O grau de tolerância é limitado, já que há pouca ou nenhuma tolerância aos efeitos letais destes compostos.

Ação do barbitúrico no organismo

Sobre os Opióides

Opióides • Os opióides formam um grupo de substâncias naturais ou sintéticas derivadas do ópio que é obtido da papoula ou Papaver somniferum. O ópio contém mais de 20 alcalóides (substâncias ativas). Alguns dos alcalóides encontrados na planta, como a morfina e a codeína são medicamentos muito utilizados no nosso meio.

 

EXISTE PROBLEMA DE ABUSO DE OPIÓIDES NO BRASIL?

 

• O opióide mais comumente abusado no Brasil é a codeína ou agentes correlatos, encontrados como remédios para dor, diarréia ou contra a tosse. Outros opióides como a morfina, meperidina e a heroína são muito pouco utilizados com fim de abuso no nosso meio.

 

O QUE É A HEROÍNA?

 

• A heroína é um tipo de opióide, de síntese ilegal, sem uso na medicina, sendo o opióide mais freqüentemente usado com fins de abuso.​

​ • Apesar da heroína ser o opióide de uso ilícito mais comum, tem poucas propriedades farmacológicas especiais. Quando a administração é subcutânea, usuários experimentados não distinguem entre a heroína e a morfina. Isto se explica porque a heroína é rapidamente transformada em morfina no organismo humano.

 

QUAIS SÃO OS EFEITOS DOS OPIÓIDES?

 

• Os opióides são depressores do Sistema Nervoso Central. Causam sono, diminuição dos batimentos cardíacos e da pressão arterial, deprimem os centros respiratórios podendo levar até a parada cardíaca. Além disso, ocasionam efeitos sobre o comportamento, às vezes euforizantes e são usados abusivamente. A injeção intravenosa rápida de um opióde produz calor na pele e sensações no baixo ventre, semelhantes a um orgasmo sexual. Esta sensação dura 45 segundos.

 

QUAIS SÃO OS PROBLEMAS COM O USO DOS OPIÓIDES ?

 

• A primeira experiência pode ser desagradável, ocorrendo náuseas e vômitos, o que faz com que alguns não os experimentem novamente durante dias ou semanas. Outras reações incluem miose (diminuição do tamanho da pupila), constipação, espasmos dos tratos biliar e urinário, com cólicas biliares e renais e reações alérgicas. Também precipitam crises asmáticas, desaconselhando-se seu uso durante as crises. Em pacientes com doenças hepáticas o risco de intoxicação é maior, porque a droga é eliminada do organismo mais lentamente.

​ • Existem vários outros efeitos adversos dos opiódes, alguns muito graves. Sintomas como sonolência, torpor, queda da pressão arterial, diminuição da freqüência respiratória, cianose(cor azulada da boca e extremidades por falta de oxigenação do sangue) sugerem intoxicação por opiódes. Deve-se suspeitar de intoxicação grave quando encontramos coma, pupilas punctiformes (como pontas de alfinetes) e depressão respiratória (que é a principal causas de morte).

 

OS OPIÓIDES PRODUZEM TOLERÂNCIA E DEPENDENCIA ?

 

• A tolerância não se desenvolve uniformemente para todos os efeitos dos opiódes e aumenta com o passar do tempo. Há menor duração e intensidade dos efeitos de uma droga quando a mesma quantidade é usada. A dependência causada pelos opiódes faz com que a vida da pessoa gire em torno das drogas. Se o dependente parar de usar a droga, surgem os sintomas de abstinência. O uso médico de opiódes, regularmente, por alguns poucos dias, raramente leva à dependência. A abstinência aparece em dois a três dias após a última dose. Irritabilidade, espirros severos, lacrimejamento e coriza, fraqueza e depressão pronunciadas são vistos. Náuseas, vômitos e diarréia são freqüentes e pode haver desidratação. Apesar deste sintomas, a síndrome de abstinência raramente apresenta risco de vida. No entanto,sempre que ocorre, aumenta o desejo de procura da droga. Em qualquer momento da abstinência, a administração de um opióide reverte dramaticamente o quadro.

                        Sobre a Heroína

• A heroína é uma droga do grupo dos opióides, também conhecidos como analgésicos narcóticos. Outros opióides como o ópio, a codeína e a morfina são substâncias naturalmente extraídas da papoula. A heroína é derivada da morfina e codeína. A heroína é uma substância depressora do Sistema Nervoso Central sendo capaz de alterar as sensações de prazer e dor. Na sua forma pura, é encontrada como um pó branco facilmente solúvel em água

 

POR QUE Á HEROÍNA É USADA?

 

• É usada com o objetivo de aumentar a auto-estima e diminuir o desânimo. Os opióides em geral são usados para diminuir sensações como dor e ansiedade.

 

COMO ELA É CONSUMIDA?

 

• A heroína pode ser injetada, inalada ou fumada. Uma injeção introvenosa provoca maior intensidade e início de euforia mais rápido (7 a 8 segundos), enquanto a injeção intramuscular causa a sensação mais lentamente (5 a 8 minutos). Quando a heroína é inalada ou fumada o pico do efeito é atingido em 10 a 15 minutos. Todas as formas de uso da heroína causam dependência e tolerância.​

​ • A heroína quando usada junto com outras drogas depressoras do Sistema Nervoso Central, como álcool e calmantes, tem seu efeito potencializado. Uma pequena dose de heroína pode rapidamente produzir os mesmos efeitos de uma dose elevada (ou uma overdose) se for combinada com outras drogas.

 

QUAIS OS EFEITOS IMEDIATOS PROVOCADOS PELA HEROÍNA?

 

• Usuários relatam uma sensação de intenso prazer, bem-estar e euforia após o uso da heroína, assim como diminuição de sensações como dor, fome, tosse e desejo sexual. A respiração, pressão arterial e freqüência cardíaca ficam aumentadas à medida que a dose aumenta, fazendo com que o usuário se sinta aquecido, pesado e sonolento.

​ • Altas doses podem causar náuseas, vômitos e intenso prurido (coceira).

 

QUAIS OS PROBLEMAS CAUSADOS PELA HEROÍNA?

 

• Os usuários de heroína injetável correm mais riscos de contraírem HIV, Hepatite B e Hepatite C ao compartilharem ao compartilharem seringas ou agulhas. Além disso, o uso crônico da heroína pode provocar colapso dos vasos sangüíneos, infecção bacteriana das válvulas do coração, abcessos, doenças do fígado e rins, pneumonias e tuberculose.

 

QUAIS OS SINTOMAS DE OVERDOSE POR HEROÍNA?

 

• Respiração muito diminuída (inclusive com parada respiratória), diminuição da pressão sangüínea, diminuição da temperatura coprporal (pele fria), extremidades do corpo podem ficar azuladas, pupilas muito pequenas, os músculos esqueléticos tornam-se flácidos, a mandíbula relaxa-se e a língua cai para trás, obstruindo a passagem de ar. Ocorrem convulsões, coma e posteriormente a morte devido a insuficiência respiratória. Mesmo se a respiração é restabelecida, pode ocorrer morte como resultado de complicações como pneumonia ou choque que ocorre durante o período de coma.

 

COMO A HEROÍNA AFETA A GRAVIDEZ?

 

• A heroína pode causar aborto, parto prematuro, baixo peso fetal e morte do feto ao nascimento. Os filhos de mãe dependente de heroína poderão sofrer a síndrome da morte súbita, sintomas de abstinência logo após o nascimento e problemas durante seu desenvolvimento. A síndrome de abstinência é muito mais perigosa para o feto do que para o adulto; a abstinência na mulher grávida pode causar morte fetal ou aborto espontâneo.

Clinicas para Tratamento Feminino de Alcool e Drogas

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clinicas tratamentos para usuarios de crack

Efeitos do Crack  Efeitos do Crack O Crack é uma droga considerada ilícita, o que é uma substância considerada psicoativa, e de ação completamente estimulante no seu sistema nervoso central. O crack nada mais é do que um subproduto existente de pasta de cocaína, o que é uma droga extraída através de diversos processos químicos, de folhas de coca, que é uma planta originária da América do Sul. O crack surgiu como uma alternativa para popularizar a cocaína, isto que aconteceu principalmente por seu baixo custo. Para que exista a produção do crack é feita uma mistura de cocaína em pó que ainda não é purificada dissolvida em água e colocada junto de bicarbonato ou ainda amônia aquecida. Este aquecimento separa o sólido do líquido, e a parte sólida quando seca é cortada em formas de pedras. Por não passar por um refinamento o crack contém com uma série de substâncias muito piores do que qualquer outra droga que acaba indo diretamente ao organismo. Prontas para consumir, podem ser fumadas com uma utilização de cachimbos improvisados, as pedras emitem um som quando acesas e daí vem o nome do crack. Os efeitos do crack Como efeitos do crack podemos citar principalmente a utilização, o usuário começou a utilizar apenas uma vez a droga, o efeito é tão forte e poderoso que a pessoa já se torna viciada, e normalmente o primeiro dos efeitos do crack é o vício que faz a pessoa querer utilizar o dia inteiro a droga. No organismo, os efeitos do crack são devastadores. Podemos citar com isto o ataque nos neurotransmissores, onde o crack acaba inibindo uma recaptura de neurotransmissores por receptores pré sinápticos, que são responsáveis por pensamentos, planejamentos, controles de impulsos e ainda sensações de prazer. Além disto outro efeito pontual são as doenças neurológicas sérias, onde o usuário poderá contar com uma grande variedade de manifestações o que inclui o avc, dores de cabeça, tonturas, inflamações em vasos cerebrais, atrofia cerebral, convulsões, entre outros problemas. As vias aéreas ficam comprometidas, e o crack poderá gerar queimaduras graves na laringe, traqueia e brônquios gerando muitas vezes câncer. Tratamento para usuários de crack É bastante fácil se tornar um dependente de crack, mas acontecer o contrário pode ser algo muito complicado. A grande maioria dos especialistas que acabam conhecendo a fundo os efeitos do crackno organismo dizem que não se basta apenas uma tragada para o usuário ficar viciado, mas que se tornar um dependente químico da droga é sim um processos bastante rápido. A taxa de sucesso em tratamento para usuários de crack também é considerada como um grande desafio, e acaba girando em torno de25 a 30% dos viciados. Caso o usuário dependa do Sistema único de saúde – o SUS – o caminho ainda poderá ser mais tortuoso, e no Brasil infelizmente não temos nenhum tipo de tratamento público para a grande parte dos dependentes químicos. Para que se possa atender estes doentes, o governo permite apenas 8800 vagas em hospitais pediátricos, além de pouco mais de 200 centros de atenção psicossocial de drogas bem como núcleos de saúde família. A rede de saúde mental faz parte do Sus e tem um âmbito federal, e sempre pode responder pelo seu atendimento. Como o tratamento para usuários do crack pode ter sucesso O Tratamento para usuários de Crack já existe em mais de 50 países, e a droga acaba sempre atingindo usuários com perfis psicossocial mais graves provocando nestas pessoas um maior risco de dependência com isto. Para que o tratamento possa ter sucesso é importante que se possa contar com um plano de tratamento estruturado, com intervenções que sejam de cunho psicossocial e não apenas um tratamento medicamentoso e psiquiátrico. É importante que acima de tudo exista um monitoramento com testes de drogas, bem como um gerenciamento de caso. Os pacientes de crack para especialistas são considerados como pacientes de UTI, e por isso eles precisam de um Tratamento para usuários de Crack que lhe ofereça um incentivo, e que seja intensivo, multiprofissional e de evolução sempre instável. Desta forma os usuários de drogas poderão ter um retorno interessante em seus problemas de saúde, e inclusive poderão contar com ajuda da família para ter uma vida próspera e normal facilitando consideravelmente o seu dia a dia. Dependência do Crack Dependência do Crack Muitos especialistas garantem que mais de 2 milhões de brasileiros utilizam a droga, e a grande maioria deles possuem algum tipo de dependência do crack , o poder desta droga é altamente destrutivo, e bem superior a grande maioria das drogas consideradas ilícitas, tudo devido ao seu fácil acesso, a sua grande letalidade, e ainda a precocidade de sua primeira utilização. De acordo com cálculos apresentados pela ONU o mercado de crack movimenta mais de 100 bilhões no mundo por ano. Por este motivo existem tantas pessoas que sofrem de dependência do crack. Quais são as estimativas de quem utiliza a droga? O país soma quase três milhões de usuários da droga, e apesar de homens serem os líderes em dependência do crack, muitas mulheres também vem ficando viciadas com a droga. O organismo feminino é mais vulnerável a dependência do crack, e isso explica porque as mulheres são tão numerosas em índices de dependência do crack. Da mesma forma podemos citar que mais de 40% das mulheres que são usuárias do crack costumam utilizar a droga de duas a três vezes por semana. Os órgãos públicos ajudam a lutar contra a epidemia do crack Toda a dependência física, situações de estado paranoico, insônia, a perda de apetite, irritabilidade, degeneração muscular, aumentos de frequências cardíacas, bem como de pressão arterial, tudo isto são apenas alguns dos vários efeitos que a droga acaba produzindo nos usuários. As mortes que são relacionadas de forma indireta com a droga são na maioria resultado de uma parada cardíaca ou ainda convulsões seguidas de parada respiratória, tudo isto decorrente das drogas. A dependência do crack acaba fazendo parte do organismo do doente em pouco tempo, e é um grande fator de risco para a violência urbana. De acordo com especialistas, a melhor forma de se tratar estes pacientes, é conversar e orientar, muitas vezes é necessário em casos graves e emergenciais um tratamento especializado, e internação, mesmo que Internação involuntária ou Internação Compulsória em clínica para dependentes químicos para que ele possa, o mais rápido possível, ter uma vida normal, feliz e tranquila. Outra dica importante é a frequência do dependente de crack e da família nos Grupos de Apoio. O apoio da família também é muito importante na maioria dos casos.

links,uteis=https://youtu.be/zaOB7hFcGkU

http://www.imesc.sp.gov.br/infodrog.htm

CLINICAS PARA DEPENDENTES QUIMICOS/Atibaia/SP

CLINICAS PARA DEPENDENTES QUIMICOS/Atibaia/SP

  Como é o tratamento da dependencia quimica

TRATAMENTO ESPECIALIZADO DE DEPENDENCIA QUIMICA -Tels: 11-968469741–11-986232556 Email: josinocardoso@hotmail.com Site:http://www.monterey.org.br

O Tratamento com gerenciamento de caso que no momento é a maneira mas eficaz para os ,dependentes quimicos e seus famíliares.

Essa é uma conclusão de anos de trabalhos dedicados a tratamento de dependecia quimica e reinserssão social.

Quando começar o tratamento para a dependência química?

Esperar, sem dúvida, é uma virtude. Mas será que vale a pena esperar quando o assunto é dependencia quimica de alcool e outras drogas? É muito comum as famílias demorarem a buscar tratamento profissional para os dependentes químicos. De acordo com o II Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (II LENAD), o tempo médio das famílias buscarem ajuda após o conhecimento do consumo de álcool e/ou drogas foi de 3 anos, sendo 2 anos para usuários de cocaína e/ou crack e 7.3 anos entre  os  dependentes  de  álcool.  Muito tempo, não é? E o motivo da demora foi, segundo a maioria das famílias, a recusa do paciente em fazer qualquer tipo de tratamento.

Esta recusa do paciente é conhecida como a fase da negação. A pessoa diz que não é dependente, que pode parar sozinha a qualquer momento e assim vai. “A fase da negação em dependência química é um dos maiores fatores a serem superados no tratamento. A dificuldade em reconhecer a doença não está só no paciente, mas também na família. Na verdade, nem todos os usuários ou abusadores de substâncias psicoativas reconhecem que têm problemas. As pessoas apresentam dificuldades em reconhecer os seus problemas, elas conseguem ver os problemas dos outros, mas os seus sempre começam a inventar ‘desculpas’. A fase da negação é semelhante ao processo de luto, extremamente doloroso”, explica o terapeuta especialista em dependência química Josino,  Clinicas Cardoso Tratamento Alcool e Drogas.

Quando o assunto é saúde, muitos se esquecem de cuidar do lado emocional – também importante e que requer atenção. Ter saúde emocional é saber gerenciar as emoções, garantindo bem-estar e mais qualidade de vida. Para você ter uma ideia, há doenças que possuem fundo emocional, como é o caso da dependência química (álcool, e outras drogas), transtornos alimentares, cardiopatias e alergias.

Para você manter ou melhorar a sua saúde emocional, veja a seguir ótimas dicas:

Admitir que precisa de  ajuda  é importante para a recuperação

A dependência química é uma doença que tem níveis: leve, moderado e grave. E os tipos de tratamentos para dependencia quimica adequado está ligado ao nível em que o dependente está. Por isso, a internação é necessária em casos moderados a grave, pois geralmente nesse estágio, a pessoa já perdeu o controle da vida pessoal e profissional.

Através da terapia racional cognitivo-comportamental, o dependente químico tem todo o suporte para que seja possível mudar o estilo de vida e o comportamentos compulsivos,obsessivos.

Modalidades Planos de Tratamento Especializado para dependentes quimicos

Quando o nível de intensidade da dependência de álcool ou outras drogas é identificado as possibilidades do sucesso na reabilitação do paciente são imensas.

Tratar o dependente quimico neste estágio é fundamental para evitar que o caso se agrave e os prejuízos do paciente e sua família sejam ainda maior.Os vínculos sociais e familiares, atividades como trabalho e estudos são fatores positivos que contribuem na abordagem

      Projeto  Terapêutico  

O Projeto Terapêutico é fundamentado nos 12 passos dos grupos anonimos e terapia racional cognitivo-comportamental aliado a outras técnicas e dinâmicas terapêuticas comprovadamente eficazes para o tratamento, que tem o foco na mudança do estilo de vida. A modalida  tem abrangencia no carater disciplinar, dando o suporte necessário ao paciente e seus familiares.Definição da Dependência • A Dependência Química é uma doença recorrente que se apresenta em    diferentes níveis de intensidade, como determina a Organização Mundial de Saúde (CID 10 – F10 ao 19). • Uma patologia que pode ser controlada e tratada para, assim, possibilitar qualidade de vida ao seu portador. Para isso, é preciso um plano de tratamento com profissionais da área da saúde especializados.Progressão da Dependência • A dependência atinge as pessoas de diferentes formas, por diferentes motivos e momentos de vida distintos. Por exemplo, um jovem que usa drogas para se divertir e um adulto que se alivia de uma ansiedade ou depressão com bebidas alcoólicas. Ainda há fatores biológicos e psíquicos que determinam o seu diagnóstico, por isso, não há um único jeito de tratar a dependência.

Planos de Tratamento por Intensidade da Dependência • O plano de tratamento está relacionado ao nível de dependência química que o paciente apresenta: • LEVE, MODERADA ou GRAVE • Enquanto nos casos mais graves, faz-se necessária uma intervenção com um período de internação continuada; • há situações em que é plenamente possível a recuperação com o plano de tratamento ambulatorial ,ou seja, sem ter necessidade de internar o dependente químico.Importância da Avaliação • Estes critérios de avaliação do paciente são fundamentais para o sucesso na recuperação. • A família deve contar com a experiência dos profissionais para tratamento de dependencia quimica para orientá-la ao tratamento ideal.

LEVE • DEPENDÊNCIA LEVE Características comuns: O uso habitual começa a afetar a vida do usuário, porém ainda mantém vínculos importantes como trabalho, estudos e o seu relacionamento social e familiar estão relativamente estáveis.

MODERADA DEPENDÊNCIA MODERADA Características comuns: Falta de comprometimento com horários, trabalho e atividades cotidianas. Abusos e exageros no consumo de álcool ou drogas. Sofre alterações de humor repentinas pela abstinência.MODERADA Comportamento sobre o problema: Pode apresentar pré-disposição ao tratamento por incentivo de familiares, amigos ou empregador.Tratamento indicado: • Há necessidade do afastamento do núcleo de influência e precisa de maior período para desintoxicação, desta forma o tratamento tem a primeira etapa em regime de internação continuada. Em seguida, este paciente recebe o acompanhamento ambulatorial para previnir as recaídas e ter suporte terapêutico para reorganizar sua nova rotina. Em alguns casos é possível a recuperação apenas com o plano de tratamento ambulatorial.

DEPENDÊNCIA GRAVE Características comuns: Apresenta sinais (físicos e comportamentais) que não pode viver sem usar drogas ou álcool. Negligência total de vida social, familiar e profissional. Perda momentânea da capacidade de decisão e discernimento.

MODERADA Comportamento sobre o problema: Rejeita qualquer possibilidade de ajuda profissional. Perda da liberdade de escolha. Negligência da vida familiar e social.Internação Involuntária Tratamento indicado: • Pode ser necessária a intervenção involuntária com internação continuada. O paciente é levado à clínica por equipe de resgate (própria), em seguida passa por período de desintoxicação, avaliação de médicos clínicos e psiquiatras para reabilitação física e mental. Inicia o projeto terapêutico em atividades com sessões de psicoterapia individual e em grupos. Após a internação, o paciente deve prosseguir seu tratamento com o acompanhamento psicoterapêutico em nossas clínicas ambulatoriais.O projeto terapêutico consiste na metodologia de tratamento, são diretrizes terapêuticas que permitem a padronização do atendimento. Um sistema de trabalho com começo, meio e fim, baseado no desempenho já obtido e em evidências científicas comprovadas. Desta forma, elevamos ao máximo as chances do tratamento ser bem sucedido.

Após anos de experiência, com o estudo minucioso da dependência e das práticas mais eficazes.  projeto terapêutico. • É fundamentado na terapia cognitivo- comportamental aliada à diversas técnicas e abordagens terapêuticas multidisciplinares.

 

Clinicas Tratamento Dependencia quimica de Alcool e Outras Drogas./atibaia/sp

CLINICA TRATAMENTO ESPECIALIZADO DEPENDENCIA QUIMICA/Atibaia/sp
O Tratamento com gerenciamento de caso é no momento é uma das maneiras, mas eficaz para ,dependentes quimicos e seus famíliares.
O comportamento do usuário de crack parece o de um ser faminto em busca de alimento.

“O crack é uma substância com alto poder de causar dependência. Uma pessoa que experimenta e fuma quatro ou cinco vezes em um dia já se torna praticamente dependente. E o tratamento é mais difícil. É mais longo do que o de um dependente em cocaína, por exemplo. Em média, depois de alguns dias de desintoxicação do usuário de crack precisa de mais  dias internado para conseguir desenvolver mecanismos terapeuticos para não voltar ao uso das drogas.

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O tratamento de usuários de crack e outras drogas

Para fins do contrato conto com clínicas de dependência química para adultos masculino,feminino e adolescentes, para internação disponíveis para todos tipos substâncias

“Geralmente o usuário  que se vicia em crack já usou maconha, álcool ou cocaína sem ficar aparentemente dependente de imediato. Então acredita se que tem um domínio. Mas um fim de semana já é suficiente para se viciar”,acrescentando que 30% dos que concluem o tratamento internado pela primeira vez não têm recaídas nos seis meses posteriores. Na cocaína, o índice é de 66% a 72% após a alta da clínica.

Um alerta que o tratamento é para sempre. “O perigo é para sempre.
Terapia,pós tratamento da clinica
O paciente alta da clínica , o que não significa que o paciente esteja curado. Para evitar recaídas, ele deve fazer terapia – tanto individual quanto frequentar grupos de apoio.
Vigilância e apoio

Todo o modo de vida do paciente precisa mudar após a parte mais intensiva do tratamento, e ele precisa entender que a vigilância para evitar recaídas nunca cessará. Mas não depende apenas dele – a família e as pessoas mais próximas têm papel fundamental neste apoio. É primordial também mudar as companhias e cortar relações com usuarios de drogas.

clinicas cardoso tratamento alcool e drogas.Atibaia/sp

 clinicas cardoso tratamento alcool e drogas/sp Tels: 11-968469741–11-98623-2556 Email: josinocardoso@hotmail.com  tratamentos para dependentes quimicos de crack e outras drogas/masculino e feminino

A fase inicial é de desintoxicação, e se estende pelos primeiros dias dependendo do caso. Como o paciente não tem controle nem noção dos prejuízos causados pelas drogas.E seu ambiente familiar e social,acha que não nescessita ficar internado.

Para fins de tratamentos, conto com clínicas de dependência química para adultos masculino,feminino e adolescentes, para internação disponíveis para todos tipos substâncias e com acompanhamento terapeutico se assim for o desejo dos familiares. “Geralmente o usuários  que são viciados em crack já usaram maconha, álcool ou cocaína . Então acredita se que dos que concluem o tratamento internado pela primeira vez  têm recaídas nos seis meses posteriores quando não se faz nenhum tipo de pós tratamentos. Um alerta que o tratamento é para sempre. “O perigo é para sempre. É como nascer. Acompanhamento Terapeutico Após as duas semanas iniciais, o paciente começa a achar que pode parar de usar a droga sozinho. Mas ele ainda não tem defesas mentais para dizer ‘não’ as drogas.  Por isso, a continuidade do tratamento é voltada para o acompanhamento Terapeutico gerenciado. Terapia de grupo. O paciente alta da clínica , o que não significa que o paciente esteja curado. Para evitar recaídas, ele deve fazer terapia – tanto individual quanto em grupo. Vigilância e apoio Todo o modo de vida do paciente precisa mudar após a parte mais intensiva do tratamento, e ele precisa entender que a vigilância para evitar recaídas nunca cessará. Mas não depende apenas dele – a família e as pessoas mais próximas têm papel fundamental neste apoio. É primordial também mudar as companhias e cortar relações com usuarios de drogas.

São muitos os Grupos de Apoio e toda cidade certamente comporta um, basta se informar.

Veja alguns dos Grupos de Apoio mais Conhecidos:

http://www.alcoolicosanonimos.org.br,

http://www.na.org.br,

http://www.amorexigente.org.br,

http://www.sobriedade.org.br,

http://www.cruzazul.org.br,

http://www.naranon.org.br,

http://www.abp.org.br,

http://www.amb.com.br,

http://www.saude.gov.br,

http://www.crmpr.org.br,www.alanon.org.br

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CLINICA TRATAMENTO DEPENDENCIA QUIMICA(ALCOOL E DROGAS)

                             Dependência química

Toxicomania significa que o indivíduo precisa de uma droga para funcionar normalmente. A interrupção abrupta da ingestão da droga leva a sintomas de abstinência. O vício em drogas é o uso compulsivo de uma substância, apesar dos seus efeitos negativos ou perigosos.

Um indivíduo pode ser dependente físico de uma substância sem ser viciado. Por exemplo, alguns medicamentos para regular a pressão sanguínea não provocam vício, mas podem causar dependência física. Outras drogas, como a cocaína, causam vício sem levar à dependência física.

A tolerância a uma droga (necessidade de aumentar a dose para manter o mesmo efeito) é geralmente parte do vício.

                                                                  Causas

O abuso das drogas  do alcool pode levar à dependencia quimica ou vício. Pessoas usuárias de drogas para aliviar a dor podem se tornar dependentes, embora seja raro em quem não tenha um histórico de toxicomania.

A causa exata do abuso e dependência não é conhecida. No entanto, os genes de um indivíduo, a ação da droga, pressão do grupo, estresse emocional,ansiedade depressãoe estresse ambiental podem ser fatores.

A pressão do grupo pode levar ao uso ou abuso de drogas, mas pelo menos metade dos que se tornam viciados têm depressão, distúrbio de déficit de atenção, distúrbio do estresse pós-traumático,ou outro problema de saúde mental.

Crianças que crescem em um ambiente em que se utiliza drogas ilícitas podem ver seus pais usando drogas pela primeira vez. Isso pode colocá-las sob maior risco de desenvolver um vício mais tarde na vida por motivos tanto ambientais como genéticos.

Pessoas com maior probabilidade de se tornarem dependentes ou abusar das drogas são aquelas que:

  • Têm depressão, transtorno bipolar, distúrbios de ansiedade e esquizofrenia
  • Têm acesso fácil à drogas
  • Têm baixa autoestima, ou problemas com relacionamentos
  • Têm um estilo de vida estressante em termos econômicos ou emocionais
  • Vivem em uma cultura onde há alta aceitação social do uso de drogas

As substâncias normalmente usadas incluem:

  • Opiatos e narcóticos são analgésicos poderosos que causam sonolência (sedação) e, por vezes,sentimento de euforia. Estes incluem: heroína,ópio, codeína, meperidina (Demerol), hidromorfona (Dilaudid), e oxicodona (Oxycontin), .
  • Estimulantes do sistema nervoso central (SNC), incluem anfetaminas, cocaína,dextroanfetamina, metanfetamina e metilfenidato (Ritalina). Essas drogas têm um efeito estimulante e a pessoa pode precisar de quantidades cada vez maiores para sentir o mesmo efeito (tolerância).
  • Depressivos do sistema nervoso central incluem álcool, barbituricos (amobarbital, pentobarbital, secobarbital), benzodiazepinas (Valium, Ativan, Xanax), hidrato de cloral e paraldeído. Essas substâncias produzem efeito sedativo e redutor da ansiedade, que pode levar à dependência.
  • Alucinógenos incluem LSD, mescaline, psilocibina (“cogumelos”) e fenciclidina (PCP ou “pó de anjo”). Eles podem causar alucinações e levar à dependência psicológica.
  • Tetrahidrocanabinol (THC) é um ingrediente ativo encontrado na maconha(cannabis) e haxixe.

Existem vários estágios de uso de drogas que podem levar à dependência. Pessoas jovens parecer passar mais rapidamente pelos estágios do que pessoas adultas.

  • Uso experimental normalmente envolve colegas, feito para uso recreacional
  • o usuário pode gostar de desafiar seus pais ou outras figuras autoritárias.
  • Uso regular – o usuário acaba perdendo dias de escola e trabalho
  • preocupa-se em perder a fonte da droga
  • usa drogas para “curar” os sentimentos negativos
  • começa a usar longe dos amigos e família
  • pode mudar seu círculo de amizade para pessoas que sejam usuários regulares
  • mostra maior tolerância e capacidade de “lidar” com a droga.
  • Preocupação diária – o usuário perda a motivação
  • não se importa com escola e trabalho
  • apresenta mudanças comportamentais óbvias
  • pensar em usar a droga é mais importante que qualquer outra coisa, incluindo relacionamentos
  • o usuário se torna reservado
  • pode começar a comercializar droga para ajudar a sustentar o vício
  • o uso de outras drogas mais pesadas pode aumentar
  • problemas legais podem aumentar.
  • Dependência – não consegue encarar a vida diária sem drogas
  • nega o problema
  • a condição física piora
  • perda do “controle” sobre o uso
  • pode se tornar suicida
  • problemas financeiros e legais podem piorar
  • pode quebrar os laços com a família ou amigos.

                                                               Exames

Exames de drogas (triagens toxicológicas) em amostras de sangue e urina podem mostrar muitas substâncias químicas e drogas presentes no corpo. A sensibilidade do teste depende da própria droga, quando ela foi tomada e do laboratório de teste. Exames de sangue podem detectar uma droga com mais facilidade do que exames de urina. No entanto, rastreio de drogas na urina são realizados com mais frequência

Opiatos e narcóticos permanecem na urina geralmente por 12 a 36 horas após o último uso, dependendo da quantidade utilizada e da frequência com que a droga foi utilizada.

Estimulantes do SNC, como cocaína, podem ser encontrados na urina de 1 a 12 dias, mais uma vez, dependendo da frequência de utilização da droga.

Depressivos do SNC, como o Valium e o Xanax, são encontrados até 7 dias após a última tomada, dependendo principalmente da substância usada e com que rapidez o corpo a elimina (sua meia vida).

A maioria dos alucinógenos também pode ser encontrada na urina até 7 dias após o último uso. No entanto, evidências de maconha podem ser encontradas até 28 dias após seu último uso em usuários regulares.

                                       Sintomas de Dependência química

Alguns dos sintomas e comportamentos da toxicomania incluem:

  • Confusão
  • Continuação do uso de drogas mesmo quando sua saúde, trabalho ou família estão sendo prejudicados
  • Episódios de violência
  • Hostilidade quando confrontado sobre a dependência
  • Falta de controle sobre o uso de drogas – incapaz de parar ou reduzir a ingestão de álcool
  • Dar desculpas para usar drogas
  • Faltar ao trabalho ou escola ou redução no desempenho
  • Necessidade de usar drogas diariamente ou regularmente para ser funcional
  • Negligenciar alimentação
  • Não se preocupar com a aparência física
  • Não participar mais de atividades devido ao abuso das drogas
  • Comportamento reservado para esconder o uso de drogas
  • Usar drogas mesmo quando sozinho

                                    Tratamento de Dependência química

O tratamento para o uso abusivo ou dependência quimica de drogas começa com o reconhecimento do problema. Embora a “negação” seja considerada um sintoma da doença, pesquisas recentes mostraram que pessoas doentes negam muito menos se forem tratadas com empatia e respeito, em vez de serem confrontadas ou se dissermos o que devem fazer.

O tratamento da dependencia quimica envolve a interrupção do uso de drogas, seja gradual ou abruptamente (desintoxicação), apoio e ficar livre da droga (abstinência).

  • Pessoas com intoxicação aguda ou overdose podem precisar de tratamento de emergência. Às vezes,a pessoa perde a consciência e pode precisar ser colocada em um respirador mecânico temporariamente. O tratamento depende da droga utilizada.
  • Desintoxicação é a retirada de uma substância usada em excesso em um ambiente controlado. Às vezes, uma droga com uma ação semelhante é colocada no lugar para reduzir os efeitos colaterais e riscos da abstinência. A desintoxicação pode ser feita em pacientes internados ou não.

Como em qualquer outra área da medicina, o tratamento com menor intensidade deve ser o tratamento inicial.

Programas de tratamento residencial monitoram e tratam possíveis sintomas e comportamentos de abstinência. Esses programas empregam técnicas de modificação comportamental, que são projetadas para fazer com que os usuários reconheçam seus comportamentos.

Programas de tratamento incluem aconselhamento, tanto para a pessoa (e talvez para a família) e em cenários de grupo. Programas de tratamento em caso de abuso de drogas continuam por um bom tempo após a liberação da instalação médica, e fornecem apoio grupal.

O vício em drogas é uma condição complicada e grave que exige tratamento e apoio físico e psicológico. É importante ser avaliado por um profissional treinado para que se determine os melhores cuidados a serem prestados.

Se a pessoa também tiver depressão ou outro distúrbio de humor, este deve ser tratado. Muito frequentemente, a pessoa começa a usar drogas em um esforço para se tratar de uma doença mental.

Para dependência de narcóticos, algumas pessoas são tratadas com metadona ou drogas semelhantes para evitar a abstinência e o abuso. O objetivo é permitir que a pessoa viva uma vida mais próxima possível do normal.

As complicações do abuso e dependência de drogas incluem:

  • Endocardite bacteriana, hepatitetromboflebiteembolia pulmonar,inanição ou infecções respiratórias, ocasionadas pelo uso de droga por injeção
  • Depressão
  • Overdose
  • Aumento nas taxas de diversos tipos de câncer
  • por exemplo, o câncer de pulmão e faringe está associado ao uso de nicotina
  • o câncer de boca e estômago está associado ao abuso e dependência de álcool.
  • Infecção por HIV através do uso de agulhas compartilhadas
  • Problemas de memória e concentração, por exemplo com o uso de alucinógenos, incluindo a maconha (THC)
  • Problemas com a lei
  • Recaídas
  • Práticas sexuais não seguras, que podem resultar em gravidez indesejada, doenças sexualmente transmitidas, HIV ou hepatite

                                                              Expectativas

O abuso e dependência de drogas pode levar à overdose fatal. Algumas pessoas começam a tomar drogas novamente depois de terem parado. As recaídas podem levar à dependência continuada.

TRATAMENTO ESP.DEPENDENCIA QUIMICA/Alcool e Drogas

TERAPEUTA ESPECIALIZADO em DEPENDENCIA QUIMICA
Terapeuta e Pós Graduado no ISN. T.R.E // Terapia Cognitivo Comportamental./ CRT:27736
Tels: 11-968469741–11-986232556 Email: josinocardoso@hotmail.com Site:https://clinicamonterey.wordpress.com
A modalidade de tratamento com gerenciamento de caso que no momento é a maneira mas eficaz para dependentes quimicos e seus famíliares.
Essa é uma conclusão de anos de trabalhos dedicados a tratamentos e reinserssão social.

Tratamento para Dependência Química, Álcool e Outras Drogas.Com um programa de reabilitação psico-social; Conscientização da relação familiar sobre a doença.Abordagens sobre: Riscos e prejuízos; Busca de qualidade de vida; Reduzir os danos pelo uso abusivo das drogas; Definir estratégias de enfrentamento das situações de risco e prevenção a recaídas;

O tratamento ,
cumpre regularmente um projeto terapêutico. Na atualidade, este tipo de terapia é cada vez
mais utilizada e o seu sucesso é crescente. O sucesso depende da
confiança estabelecida entre terapêuta e o paciente.

Mesmo nos casos em que se torna necessário a Internação para
em Clinica Terapêutica.

A Consulta. é um espaço para a avaliação da situação da pessoa
dependente, para a definição de uma estratégia terapêutica, para a realização terapeutica. Na Consulta garante se o anonimato de todos.
Na Consulta não é tolerada o consumo de drogas.
Ao dependente é mostrado possibilidade de ser tratado.
O acolhimento, sob marcação prévia, é feito individualmente.

São analisadas as motivações de cada pedido e a metodologia
terapêutica adequada a cada pessoa.
Pode ou não haver lugar ao início de outra forma de
intervenção mais específica. Assim, a pessoa pode ser encaminhada para uma CT.
Simultaneamente .De forma a que este possa compreender melhor e
acompanhar o processo terapêutico.
A ocupação do terapeuta é a de manter uma relação aberta,
compreensiva, afetuosa e profunda com o dependente e definir uma
estratégia de tratamento.

Consulta, pode beneficiar também do apoio de: Terapia Familiar. https://clinicamonterey.wordpress.com Triagem e
encaminhamento para / C.Ts, /Ambulatorial

Clinicas Tratamento de Dependência Química feminino masculino

Tratamento Dependência  Quimica

com gerenciamento de casos.

Contato/  josinocardoso@hotmail.com /centroterapeuticomonterey@hotmail.com (11) 98623-2556. (11)968469741

Este é um  retrospectivo dos atendimentos realizados na clinica terapeutica e no tratamento de Dependência Química colocando maior ênfase aos pacientes co-relacionados ao abuso de álcool e outras drogas, segundo critérios da CID 10.
Isso favorece o surgimento das conseqüências biopsicossociais do abuso crônico, que podem ser medidas através dos altos índices de internações  assim como pelas altas taxas de desemprego em plena fase produtiva de vida, fazendo-se cada vez mais necessários programas eficazes de tratamentos para dependentes quimicos e bem como prevenção.

O amplo uso indevido de substâncias que alteram o funcionamento do cérebro tem causado uma grande devastação na sociedade ao longo do tempo.

Calcular os efeitos do abuso de substâncias psicoativas é difícil, já que alguns deles levam décadas para se revelarem mas, de uma maneira geral, além dos danos físicos causados ao próprio indivíduo, há efeitos para a sociedade, que podem ser estimados através de parâmetros como emprego, educação e situação econômica.

O  abuso de substâncias tem muitas implicações para as pesquisas acerca do Sistema Nervoso, para a Psiquiatria clínica e para a sociedade em geral, já que podem afetar estados mentais internamente percebidos (p. ex.: humor) e atividades externamente observáveis (p. ex.: comportamento).
Dentre os transtornos relacionados a substâncias que alteram o funcionamento do Sistema Nervoso, o abuso e a dependência do álcool são, de longe, os mais comuns. 5
As bebidas alcoólicas têm desempenhado um importante papel na cultura humana. Desde a antigüidade, seu uso se deve fundamentalmente aos seus efeitos euforizantes, produzindo sensações de bem-estar e alegria. Entretanto, o limite entre o agradável e o perigoso nem sempre é bem delineado, o que é observado através do alto número de pessoas dependentes de seu uso e que sofrem as conseqüências amargas de seu vício, tornando cada vez mais necessário o enfoque ao assunto e, com isso, maior ênfase a estudos de prevenção.
Dada a importância específica para o atendimento de pacientes dependentes químicos.

RESULTADOS
Desde o ano de 1990,que trabalho com a terapia cognitiva e com  grupos de pacientes dependentes de álcool e outras drogas.
devido a transtornos decorrentes do uso abusivo de álcool (F 10)*, 6 por transtornos decorrentes do uso abusivo de sedativos e hipnóticos (F13) por dependência de múltiplas drogas (F19)*, 3 por transtornos decorrentes do uso abusivo de cocaína e derivados por transtornos decorrentes do uso abusivo de canabinóides (F12) e 1 por solventes voláteis
Quanto ao gênero, dos pacientes pertenciam ao sexo masculino e  ao sexo feminino.
O longo tempo de exposição à substância faz surgir as conseqüências biopsicossociais da dependência do álcool.
Embora estudos afirmem que, quando há adesão ao tratamento.A terapia cognitiva para dependentes quimicos mostra-se eficaz. Mas nem todos cts.Tem essa metodologia terapeutica . A estrutura familiar e pessoal do indivíduo, que são os pilares de uma abordagem terapêutica bem-sucedida.

O terapeuta deve manter uma relação aberta,
compreensiva, afetuosa e profunda com o dependente quimico e definir uma
estratégia de tratamento.

Para apoiar, a pessoa em tratamento.Pode-se beneficiar também do apoio de: Unidade de Internação,
Análises Clínicas e Rastreio de DoençasClinicas Cardoso Tratamento Alcool e Drogas.
(com aconselhamento), Grupo de Pais,
Terapia Familiar. Serviço
de Terapia encaminhamento para C. Terapêutico .

Tratamento para usuários de Crack

É bastante fácil se tornar um dependente químico, mas acontecer o contrário pode ser algo muito complicado.

A grande maioria dos especialistas que acabam conhecendo a fundo os efeitos do crack no organismo dizem que não se basta apenas uma tragada para o usuário ficar viciado, mas que se tornar um dependente químico da droga é sim um processos bastante rápido. A taxa de sucesso em tratamento para usuários de crack também é considerada como um grande desafio, e acaba girando em torno de25 a 30% dos viciados.

Caso o usuário dependa do Sistema único de saúde – o SUS – o caminho ainda poderá ser mais tortuoso, e no Brasil infelizmente não temos nenhum tipo de tratamento público para a grande parte dos dependentes químicos. Para que se possa atender estes doentes, o governo permite apenas 8800 vagas em hospitais pediátricos, além de pouco mais de 200 centros de atenção psicossocial de drogas bem como núcleos de saúde família. A rede de saúde mental faz parte do Sus e tem um âmbito federal, e sempre pode responder pelo seu atendimento.

Como o tratamento para usuários do crack pode ter sucesso

Tratamento para usuários de Crack já existe em mais de 50 países, e a droga acaba sempre atingindo usuários com perfis psicossocial mais graves provocando nestas pessoas um maior risco de dependência com isto.

Para que o tratamento possa ter sucesso é importante que se possa contar com um plano de tratamento estruturado, com intervenções que sejam de cunho psicossocial e não apenas um tratamento medicamentoso e psiquiátrico. É importante que acima de tudo exista um monitoramento com testes de drogas, bem como um gerenciamento de caso. Os pacientes de crack para especialistas são considerados como pacientes de UTI, e por isso eles precisam de um Tratamento para usuários de Crack que lhe ofereça um incentivo, e que seja intensivo, multiprofissional e de evolução sempre instável.

Desta forma os usuários de drogas poderão ter um retorno interessante em seus problemas de saúde, e inclusive poderão contar com ajuda da família para ter uma vida próspera e normal facilitando consideravelmente o seu dia a dia.

Dependência do Crack

Muitos especialistas garantem que mais de 2 milhões de brasileiros utilizam a droga, e a grande maioria deles possuem algum tipo de dependência do crack , o poder desta droga é altamente destrutivo, e bem superior a grande maioria das drogas consideradas ilícitas, tudo devido ao seu fácil acesso, a sua grande letalidade, e ainda a precocidade de sua primeira utilização. De acordo com cálculos apresentados pela ONU o mercado de crack movimenta mais de 100 bilhões no mundo por ano. Por este motivo existem tantas pessoas que sofrem de dependência do crack.

Quais são as estimativas de quem utiliza a droga?

O país soma quase três milhões de usuários da droga, e apesar de homens serem os líderes emdependência do crack, muitas mulheres também vem ficando viciadas com a droga.

O organismo feminino é mais vulnerável a dependência do crack, e isso explica porque as mulheres são tão numerosas em índices de dependência do crack. Da mesma forma podemos citar que mais de 40% das mulheres que são usuárias do crack costumam utilizar a droga de duas a três vezes por semana.

Os órgãos públicos ajudam a lutar contra a epidemia do crack

Toda a dependência física, situações de estado paranoico, insônia, a perda de apetite, irritabilidade, degeneração muscular, aumentos de frequências cardíacas, bem como de pressão arterial, tudo isto são apenas alguns dos vários efeitos que a droga acaba produzindo nos usuários. As mortes que são relacionadas de forma indireta com a droga são na maioria resultado de uma parada cardíaca ou ainda convulsões seguidas de parada respiratória, tudo isto decorrente das drogas.

A dependência do crack acaba fazendo parte do organismo do doente em pouco tempo, e é um grande fator de risco para a violência urbana. De acordo com especialistas, a melhor forma de se tratar estes pacientes, é conversar e orientar, muitas vezes é necessário em casos graves e emergenciais umtratamento especializado, e internação, mesmo que Internação involuntária ou Internação Compulsória em clínica para dependentes químicos para que ele possa, o mais rápido possível, ter uma vida normal, feliz e tranquila. Outra dica importante é a frequência do dependente de crack e da família nos Grupos de Apoio. O apoio da família também é muito importante na maioria dos casos

               Consequências do Crack

Toda a síndrome de dependência do crack nada mais é do que um tipo de quadro que é bastante grave, onde o paciente deverá receber um apoio dos familiares de forma intensa. E infelizmente a grande maioria dos familiares querem ajudar, mas acabam não conhecendo a melhor forma de fazer isto. As terapias familiares, por sua vez, em muitos dos casos, devem ser instituídas, por isso saiba a seguir algumas informações sobre as consequências do crack para a vida das pessoas.

Quais as consequências do crack para a vida das pessoas

Uma das principais consequências do crack é a perda do sono e da fome. Todo dependente de crack acaba chegando a passar pelo menos dois ou três dias sem dormir e sem comer, além de perder muito peso e massa muscular, como uma das várias consequências do crack.

No organismo, os pulmões são os principais prejudicados neste sentido. É possível se perceber situações de tossefalta de ar, bem como dores fortes no seu peito. A fumaça que é gerada pela droga gera uma lesão grave nos pulmões e os usuários ficam vulneráveis a doenças como pneumonia, tuberculoses ou mesmo câncer.

No coração é possível se ter como uma das consequências do crack é a liberação de dopamina que acaba fazendo o usuário do crack ficar mais agitado, levando a um aumento da presença de adrenalina no organismo. Toda a consequência disto é um aumento de frequências cardíacas, e ainda de pressão arterial, o que poderá chegar a um infarto.

As oscilações de humor são outras das consequências do crack. A droga gera uma série de lesões no cérebro, onde os usuários acabam perdendo a função dos seus neurônios gerando uma deficiência de memórias e também de concentração, bem como oscilações de humor, uma baixa resistência para frustrações, e ainda uma boa dificuldade de ter relacionamentos afetivos. Com um bom tratamento os usuários poderão reverter esta situação, porém, parte das capacidades cerebrais ficam comprometidas e a recuperação ou melhoramento destas consequências do crack demandam tempo e tratamento.

Por isso se precisar de ajuda, conte com os amigos e parentes, e também profissionais, pois sempre terá alguém que irá lhe estender a mão e poderá lhe dar um tratamento digno e próprio para seu caso. Nós da clinicamonterey.wordpress.com também estamos sempre a disposição para responder a qualquer dúvida que você possa ter. Basta entrar em contato conosco (11)98623-2556.

Efeitos do Crack

Crack é uma droga considerada ilícita, o que é uma substância considerada psicoativa, e de ação completamente estimulante no seu sistema nervoso central. O crack nada mais é do que um subproduto existente de pasta de cocaína, o que é uma droga extraída através de diversos processos químicos, de folhas de coca, que é uma planta originária da América do Sul.

O crack surgiu como uma alternativa para popularizar a cocaína, isto que aconteceu principalmente por seu baixo custo. Para que exista a produção do crack é feita uma mistura de cocaína em pó que ainda não é purificada dissolvida em água e colocada junto de bicarbonato ou ainda amônia aquecida. Este aquecimento separa o sólido do líquido, e a parte sólida quando seca é cortada em formas de pedras.

Por não passar por um refinamento o crack contém com uma série de substâncias muito piores do que qualquer outra droga que acaba indo diretamente ao organismo. Prontas para consumir, podem ser fumadas com uma utilização de cachimbos improvisados, as pedras emitem um som quando acesas e daí vem o nome do crack.

Os efeitos do crack

Como efeitos do crack podemos citar principalmente a utilização, o usuário começou a utilizar apenas uma vez a droga, o efeito é tão forte e poderoso que a pessoa já se torna viciada, e normalmente o primeiro dos efeitos do crack é o vício que faz a pessoa querer utilizar o dia inteiro a droga.

No organismo, os efeitos do crack são devastadores.

Podemos citar com isto o ataque nos neurotransmissores, onde o crack acaba inibindo uma recaptura de neurotransmissores por receptores pré sinápticos, que são responsáveis por pensamentos, planejamentos, controles de impulsos e ainda sensações de prazer.

Além disto outro efeito pontual são as doenças neurológicas sérias, onde o usuário poderá contar com uma grande variedade de manifestações o que inclui o avc, dores de cabeça, tonturas, inflamações em vasos cerebrais, atrofia cerebral, convulsões, entre outros problemas.

As vias aéreas ficam comprometidas, e o crack poderá gerar queimaduras graves na laringe, traqueia e brônquios gerando muitas vezes câncer.

Clínica para usuários de cocaína

Para todas as pessoas que são viciadas em drogas, na maioria das vezes reconhecem que é bem difícil se parar de utilizar drogas, e por isso em grande parte dos casos é importante se procurar por uma clínica para usuários de cocaína. Uma das principais formas de combater a sua adicção é combatendo a sua fissura.

A fissura nada mais é do que aqueles tipos de desejos fortes que são parte de uma condição humana. E com isto o nosso cérebro é configurado para que possa apreciar e ainda buscar uma série de recompensas naturais, como por exemplo a comida e o sexo devido a valores que são praticamente fundamentais para a sua sobrevivência por exemplo.

As melhores formas de tratar alguém que utiliza drogas

Além de procurar por uma boa clínica para usuários de cocaína é possível que ocorra uma alternativa eficaz para o tratamento de outros problemas de alcoolismo determinados. A terapia comportamental ou ainda outro tipo de droga que poderá ser adaptada para cuidar dos diferentes tipos de droga.

A combinação de vários métodos são utilizadas nas clínica para usuários de cocaína devem tratar uma adição que seja múltipla e efetuada ao mesmo tempo. Tudo isto é bastante importante porque sempre existem vários tipos de estímulos como por exemplo traumas, a depressão, ou ainda a exposição a um tipo de droga ou outra, o que poderá colocar o doente na recuperação de riscos de recaídas. Apesar de todos os tipos de tratamento, talvez possa ser algo bem diferente, e é possível englobar a pessoa como um todo através de uma combinação de muitos métodos existentes para combater os problemas completos de uma vez só.

Veja a seguir alguns endereços de grupos de apoio para usuários de cocaína.

Narcóticos Anônimos

www.na.org.br

www.nasp.org.br

www.csa-saopaulo.org

Nar-Anon

www.naranon.org.br

www.naranonsp.org.br

www.nar-anon.org/naranon

Alcoólicos Anônimos

www.alcoolicosanonimos.org.br

www.aa-areasp.org.br

AL – ANON

www.al-anon.org.br

www.alanonsp.com.br

Amor Exigente

www.amorexigente.org.br

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São muitos os Grupos de Apoio e toda cidade certamente comporta um, basta se informar.

Veja alguns dos Grupos de Apoio mais Conhecidos:

http://www.alcoolicosanonimos.org.br

http://www.na.org.br

http://www.amorexigente.org.br

http://www.sobriedade.org.br

http://www.cruzazul.org.br

http://www.naranon.org.br

http://www.abp.org.br

http://www.amb.com.br

http://www.saude.gov.br

http://www.crmpr.org.br

http://www.naranon.org.br