Clinicas para dependentes quimicos

Tratamento Sem Internação Ambulatorial dependentes quimicos/alcool e outras drogas


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     TERAPEUTA ESPECIALIZADO  em DEPENDENCIA QUIMICA
Terapeuta e Pós Graduado no ISN. T.R.E // Terapia Cognitivo Comportamental./ CRT:27736
Tels: 13-996618367–13-9802-7888 Email: josinocardoso@hotmail.com Site:http://clinicamonterey.wordpress.com

O Tratamento Ambulatorial representa a modalidade de tratamento com gerenciamento de caso que no momento é a maneira mas eficaz para os ,dependentes quimicos e seus famíliares.

Essa é uma conclusão de anos de trabalhos dedicados a tratamentos e reinserssão social.

Quando começar o tratamento para a dependência química?

Esperar, sem dúvida, é uma virtude. Mas será que vale a pena esperar quando o assunto é dependencia quimica? É muito comum as famílias demorarem a buscar tratamento profissional para os dependentes químicos. De acordo com o II Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (II LENAD), o tempo médio das famílias buscarem ajuda após o conhecimento do consumo de álcool e/ou drogas foi de 3 anos, sendo 2 anos para usuários de cocaína e/ou crack e 7.3 anos entre  os  dependentes  de  álcool.  Muito tempo, não é? E o motivo da demora foi, segundo a maioria das famílias, a recusa do paciente em fazer qualquer tipo de tratamento.

Esta recusa do paciente é conhecida como a fase da negação. A pessoa diz que não é dependente, que pode parar sozinha a qualquer momento e assim vai. “A fase da negação em dependência química é um dos maiores fatores a serem superados no tratamento. A dificuldade em reconhecer a doença não está só no paciente, mas também na família. Na verdade, nem todos os usuários ou abusadores de substâncias psicoativas reconhecem que têm problemas. As pessoas apresentam dificuldades em reconhecer os seus problemas, elas conseguem ver os problemas dos outros, mas os seus sempre começam a inventar ‘desculpas’. A fase da negação é semelhante ao processo de luto, extremamente doloroso”, explica o terapeuta especialista em dependência química Josino cardoso, do Centro Terapeutica monterey.

 Quando o assunto é saúde, muitos se esquecem de cuidar do lado emocional – também importante e que requer atenção. Ter saúde emocional é saber gerenciar as emoções, garantindo bem-estar e mais qualidade de vida. Para você ter uma ideia, há doenças que possuem fundo emocional, como é o caso da dependência química (álcool, tabaco e outras drogas), transtornos alimentares, cardiopatias e alergias.

Para você manter ou melhorar a sua saúde emocional, veja a seguir ótimas dicas:

1)      Exercícios físicos

Praticar exercícios, além de fazer bem para a saúde física, é ótimo para melhorar as emoções como ansiedade ou estresse.  Isso ocorre porque as atividades físicas atuam na liberação de endorfina – o hormônio do bem-estar.

2)      Tempo para si

Aproveite para dedicar-se a hobbies, passatempos, fazer o que gosta ou simplesmente deitar-se no sofá para ler um livro. O importante é reservar na agenda um tempo para si.

                                   Admitir que precisa de  ajuda  é importante para a recuperação

“[...] O álcool me deixa agressivo e me faz muito mal. Preciso de ajuda e peço perdão a quem eu tenha atingido com meus posts. Já estou amparado agora, e tudo voltará ao normal. A vida de artista é pesada pra mim, mas nunca vou desistir. Preciso de ajuda só isso. Quero paz e harmonia para todos. Mais uma vez Perdão!”. O desabafo vem do cantor Armandinho, famoso pelo hit “Desenho de Deus”, que admitiu ser alcoolista em seu Instagram no dia 21 de agosto.

Admitir o alcoolismo, como fez o cantor Armandinho, é um ato de coragem muito importante para a recuperação. Isso porque muitos negam que estejam doentes, alegam que ‘bebem socialmente’, ‘conseguem parar de beber quando quiserem’, entre outras frases de negação do alcoolismo, mesmo que todos percebam o quanto precisam de ajuda.

 

O Tratamento ambulatorial com gerenciamento de caso é uma opção para dependentes químicos

Era só para experimentar, curtir naquele momento. Depois você usou pela segunda vez. Aí veio a terceira, quarta, quinta vez. Quando você percebeu, a droga já estava na sua vida. Fazendo parte de seus pensamentos e, quem sabe, da sua rotina. Você até pensa que não vai mais usar, mas, quando percebe, já está consumindo alguma substância psicoativa e entende que precisa de ajuda para não ir no ‘fundo do poço’. Nesse tipo de situação, uma dúvida é frequente: tratamento para dependência química só é possível com internação?

A resposta é não! A dependência química é uma doença que tem níveis: leve, moderado e grave. E o tipo de tratamento adequado está ligado ao nível em que o dependente está. Por isso, a internação é necessária em casos moderados a grave, pois geralmente nesse estágio, a pessoa já perdeu o controle da vida pessoal e profissional. Já nos casos de dependência leve a moderado é possível fazer um tratamento ambulatorial, ou seja, sem internação.

O terapeuta josino cn, consultor terapeutico a mas de 25 anos desenvolvento trabalhos na na area de dependencias quimicas no brasil exemplifica:, o tratamento ambulatorial é vantajoso para níveis leves a moderados. “A pessoa pode se tratar sem ser necessário tirá-la do convívio do ambiente que ela vive, nem afastá-la das tarefas do dia a dia”, explica.

Leia também: Tratamento sem internação resolve?

o tratamento ambulatorial pode ser realizado em um consultorio. O dependente químico tem um acompanhamento gerenciado,pelo terapeuta especialista.

Através da terapia racional cognitivo-comportamental, o dependente químico tem todo o suporte para que seja possível mudar o estilo de vida e o comportamentos compulsivos,obsessivos Quer saber detalhes? Acesse o site http://clinicamonterey.wordpress.com

Modalidades

Planos de Tratamento Especializado

Quando o nível de intensidade da dependência de álcool ou outras drogas é identificado como leve, as possibilidades do sucesso na reabilitação sem necessidade de internar o paciente são imensas.

Tratar o dependente quimico neste estágio é fundamental para evitar que o caso se agrave e os prejuízos do paciente e sua família sejam ainda maior.

Os vínculos sociais e familiares, atividades como trabalho e estudos são fatores positivos que contribuem na abordagem do tratamento ambulatorial.

A flexibilidade de dias e horários permite ao paciente continuar sua rotina normalmente e sem que tenha a necessidade de afastar o dependente quimico de sua família.

Outro benefício desta modalidade é o baixo custo em relação às consultas avulsas e ao tratamento em regime de internação.

·         Terapeuta/josino cardoso/  especializado em Terapia Racional Cognitivo-comportamental

Projeto Terapêutico

O Projeto Terapêutico é fundamentado na terapia racional cognitivo-comportamental aliado a outras técnicas e dinâmicas terapêuticas comprovadamente eficazes para o tratamento, que tem o foco na mudança do estilo de vida. A modalida  tem abrangencia no carater disciplinar, dando o suporte necessário ao paciente e seus familiares.

O atendimento é feito  semanalmente em ambulatorio. O tratamento dura cerca de seis meses e os horários são agendados de acordo com a disponibilidade do paciente, tornando o projeto terapêutico discreto e sigiloso. Frequência e Duração do Tratamento

As sessões são semanais, a frequência é determinada de acordo com a necessidade e evolução do paciente.
O plano tem duração prevista de a 6 meses.

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Definição da Dependência • A Dependência Química é uma doença recorrente que se apresenta em diferentes níveis de intensidade, como determina a Organização Mundial de Saúde (CID 10 – F10 ao 19). • Uma patologia que pode ser controlada e tratada para, assim, possibilitar qualidade de vida ao seu portador. Para isso, é preciso um plano de tratamento com profissionais da área da saúde especializados.

Progressão da Dependência • A dependência atinge as pessoas de diferentes formas, por diferentes motivos e momentos de vida distintos. Por exemplo, um jovem que usa drogas para se divertir e um adulto que se alivia de uma ansiedade ou depressão com bebidas alcoólicas. Ainda há fatores biológicos e psíquicos que determinam o seu diagnóstico, por isso, não há um único jeito de tratar a dependência.

Planos de Tratamento por Intensidade da Dependência • O plano de tratamento está relacionado ao nível de dependência química que o paciente apresenta: • LEVE, MODERADA ou GRAVE • Enquanto nos casos mais graves, faz-se necessária uma intervenção com um período de internação continuada; • há situações em que é plenamente possível a recuperação com o plano de tratamento ambulatorial ,ou seja, sem ter necessidade de internar o dependente químico.

Importância da Avaliação • Estes critérios de avaliação do paciente são fundamentais para o sucesso na recuperação. • A família deve contar com a experiência dos profissionais para orientá-la ao tratamento ideal.

LEVE • DEPENDÊNCIA LEVE Características comuns: O uso habitual começa a afetar a vida do usuário, porém ainda mantém vínculos importantes como trabalho, estudos e o seu relacionamento social e familiar estão relativamente estáveis.

MODERADA DEPENDÊNCIA MODERADA Características comuns: Falta de comprometimento com horários, trabalho e atividades cotidianas. Abusos e exageros no consumo de álcool ou drogas. Sofre alterações de humor repentinas pela abstinência.

MODERADA Comportamento sobre o problema: Pode apresentar pré-disposição ao tratamento por incentivo de familiares, amigos ou empregador.

Tratamento indicado: • Há necessidade do afastamento do núcleo de influência e precisa de maior período para desintoxicação, desta forma o tratamento tem a primeira etapa em regime de internação continuada. Em seguida, este paciente recebe o acompanhamento ambulatorial para previnir as recaídas e ter suporte terapêutico para reorganizar sua nova rotina. Em alguns casos é possível a recuperação apenas com o plano de tratamento ambulatorial.

GRAVE DEPENDÊNCIA GRAVE Características comuns: Apresenta sinais (físicos e comportamentais) que não pode viver sem usar drogas ou álcool. Negligência total de vida social, familiar e profissional. Perda momentânea da capacidade de decisão e discernimento.

MODERADA Comportamento sobre o problema: Rejeita qualquer possibilidade de ajuda profissional. Perda da liberdade de escolha. Negligência da vida familiar e social.

Internação Involuntária Tratamento indicado: • Pode ser necessária a intervenção involuntária com internação continuada. O paciente é levado à clínica por equipe de resgate (própria), em seguida passa por período de desintoxicação, avaliação de médicos clínicos e psiquiatras para reabilitação física e mental. Inicia o projeto terapêutico em atividades com sessões de psicoterapia individual e em grupos. Após a internação, o paciente deve prosseguir seu tratamento com o acompanhamento psicoterapêutico em nossas clínicas ambulatoriais.

O projeto terapêutico consiste na metodologia de tratamento, são diretrizes terapêuticas que permitem a padronização do atendimento. Um sistema de trabalho com começo, meio e fim, baseado no desempenho já obtido e em evidências científicas comprovadas. Desta forma, elevamos ao máximo as chances do tratamento ser bem sucedido.

Após anos de experiência, com o estudo minucioso da dependência e das práticas mais eficazes.  projeto terapêutico. • É fundamentado na terapia cognitivo- comportamental aliada à diversas técnicas e abordagens terapêuticas multidisciplinares.


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SP/Clinica Dependencia quimica de Alcool e Outras Drogas.sp

TRATAMENTO ESPECIALIZADO em DEPENDENCIA QUIMICA/sp

Tels: 13-996618367–13-9802-7888 Email: josinocardoso@hotmail.com 

O Tratamento Ambulatorial é a modalidade que com gerenciamento de caso que no momento é uma das maneiras, mas eficaz para os ,dependentes quimicos e seus famíliares.

Essa é uma conclusão de anos de trabalhos dedicados a tratamentos e reinserssão social.

Tratamento Dependencia quimica de Alcool e Outras Drogas

tratamento ambulatorial/sp. O paciente vai ao tratamento.

Entre os muitos caminhos possíveis para combater o crescimento devastador do crack nas cidades brasileiras, pelo menos dois são inescapáveis: é preciso tratar urgentemente os dependentes químicos. Em relação ao crack, nada é simples ou barato.

Clínicas //internação compulsória de adultos usuários de alcool e drogas´´

tratamento ambulatorial

O trabalho do terapeuta é criar um vínculo com o paciente para estimular o retorno dele. 

No consultorio, o dependente sera avaliado em entrevista com o terapeuta.

O tratamento das drogas o caminho é dificílimo para os pacientes.

O comportamento do usuário de crack parece o de um ser faminto em busca de alimento.

“O crack é uma substância com alto poder de causar dependência. Uma pessoa que experimenta e fuma quatro ou cinco vezes em um dia já se torna praticamente dependente. E o tratamento é mais difícil. É mais longo do que o de um dependente em cocaína, por exemplo. Em média, depois de alguns dias de desintoxicação, o usuário de crack precisa de mais  dias internado para conseguir desenvolver mecanismos terapeuticos para não voltar ao uso das drogas.

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O tratamento de usuários de crack e outras drogas

1 de 4

Internação


A fase inicial é de desintoxicação, e se estende pelos primeiros dias dependendo do caso. Como o paciente não tem controle nem noção dos prejuízos causados pelas drogas.O dependente volta a ter horário para dormir e de comer.

Para fins do contrato conto com clínicas de dependência química para adultos masculino,feminino e adolescentes, para internação disponíveis para todos tipos substâncias

“Geralmente o usuário  que se vicia em crack já usou maconha, álcool ou cocaína sem ficar aparentemente dependente de imediato. Então acredita se que tem um domínio. Mas um fim de semana já é suficiente para se viciar”,acrescentando que 30% dos que concluem o tratamento internado pela primeira vez não têm recaídas nos seis meses posteriores. Na cocaína, o índice é de 66% a 72% após a alta da clínica.

Um alerta que o tratamento é para sempre. “O perigo é para sempre. É como nascer.

Acompanhamento Terapeutico


Após as duas semanas iniciais, o paciente começa a achar que pode parar de usar a droga sozinho. Mas ele ainda não tem defesas mentais para dizer ‘não’ as drogas.  Por isso, a continuidade do tratamento é voltada para o acompanhamento Terapeutico gerenciado.

Terapia


O paciente alta da clínica , o que não significa que o paciente esteja curado. Para evitar recaídas, ele deve fazer terapia – tanto individual quanto em grupo.

Vigilância e apoio


Todo o modo de vida do paciente precisa mudar após a parte mais intensiva do tratamento, e ele precisa entender que a vigilância para evitar recaídas nunca cessará. Mas não depende apenas dele – a família e as pessoas mais próximas têm papel fundamental neste apoio. É primordial também mudar as companhias e cortar relações com usuarios de drogas.

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TRATAMENTO DEPENDENCIA QUIMICA(ALCOOL E OUTRAS DROGAS)

                             Dependência química

Toxicomania significa que o indivíduo precisa de uma droga para funcionar normalmente. A interrupção abrupta da ingestão da droga leva a sintomas de abstinência. O vício em drogas é o uso compulsivo de uma substância, apesar dos seus efeitos negativos ou perigosos.

Um indivíduo pode ser dependente físico de uma substância sem ser viciado. Por exemplo, alguns medicamentos para regular a pressão sanguínea não provocam vício, mas podem causar dependência física. Outras drogas, como a cocaína, causam vício sem levar à dependência física.

A tolerância a uma droga (necessidade de aumentar a dose para manter o mesmo efeito) é geralmente parte do vício.

 

                                                                  Causas

O abuso das drogas  do alcool pode levar à dependencia quimica ou vício. Pessoas usuárias de drogas para aliviar a dor podem se tornar dependentes, embora seja raro em quem não tenha um histórico de toxicomania.

A causa exata do abuso e dependência não é conhecida. No entanto, os genes de um indivíduo, a ação da droga, pressão do grupo, estresse emocional,ansiedade depressãoe estresse ambiental podem ser fatores.

A pressão do grupo pode levar ao uso ou abuso de drogas, mas pelo menos metade dos que se tornam viciados têm depressão, distúrbio de déficit de atenção, distúrbio do estresse pós-traumático,ou outro problema de saúde mental.

Crianças que crescem em um ambiente em que se utiliza drogas ilícitas podem ver seus pais usando drogas pela primeira vez. Isso pode colocá-las sob maior risco de desenvolver um vício mais tarde na vida por motivos tanto ambientais como genéticos.

Pessoas com maior probabilidade de se tornarem dependentes ou abusar das drogas são aquelas que:

  • Têm depressão, transtorno bipolar, distúrbios de ansiedade e esquizofrenia
  • Têm acesso fácil à drogas
  • Têm baixa autoestima, ou problemas com relacionamentos
  • Têm um estilo de vida estressante em termos econômicos ou emocionais
  • Vivem em uma cultura onde há alta aceitação social do uso de drogas

As substâncias normalmente usadas incluem:

  • Opiatos e narcóticos são analgésicos poderosos que causam sonolência (sedação) e, por vezes,sentimento de euforia. Estes incluem: heroína,ópio, codeína, meperidina (Demerol), hidromorfona (Dilaudid), e oxicodona (Oxycontin), .
  • Estimulantes do sistema nervoso central (SNC), incluem anfetaminas, cocaína,dextroanfetamina, metanfetamina e metilfenidato (Ritalina). Essas drogas têm um efeito estimulante e a pessoa pode precisar de quantidades cada vez maiores para sentir o mesmo efeito (tolerância).
  • Depressivos do sistema nervoso central incluem álcool, barbituricos (amobarbital, pentobarbital, secobarbital), benzodiazepinas (Valium, Ativan, Xanax), hidrato de cloral e paraldeído. Essas substâncias produzem efeito sedativo e redutor da ansiedade, que pode levar à dependência.
  • Alucinógenos incluem LSD, mescaline, psilocibina (“cogumelos”) e fenciclidina (PCP ou “pó de anjo”). Eles podem causar alucinações e levar à dependência psicológica.
  • Tetrahidrocanabinol (THC) é um ingrediente ativo encontrado na maconha(cannabis) e haxixe.

Existem vários estágios de uso de drogas que podem levar à dependência. Pessoas jovens parecer passar mais rapidamente pelos estágios do que pessoas adultas.

  • Uso experimental normalmente envolve colegas, feito para uso recreacional
  • o usuário pode gostar de desafiar seus pais ou outras figuras autoritárias.
  • Uso regular – o usuário acaba perdendo dias de escola e trabalho
  • preocupa-se em perder a fonte da droga
  • usa drogas para “curar” os sentimentos negativos
  • começa a usar longe dos amigos e família
  • pode mudar seu círculo de amizade para pessoas que sejam usuários regulares
  • mostra maior tolerância e capacidade de “lidar” com a droga.
  • Preocupação diária – o usuário perda a motivação
  • não se importa com escola e trabalho
  • apresenta mudanças comportamentais óbvias
  • pensar em usar a droga é mais importante que qualquer outra coisa, incluindo relacionamentos
  • o usuário se torna reservado
  • pode começar a comercializar droga para ajudar a sustentar o vício
  • o uso de outras drogas mais pesadas pode aumentar
  • problemas legais podem aumentar.
  • Dependência – não consegue encarar a vida diária sem drogas
  • nega o problema
  • a condição física piora
  • perda do “controle” sobre o uso
  • pode se tornar suicida
  • problemas financeiros e legais podem piorar
  • pode quebrar os laços com a família ou amigos.

                                                               Exames

Exames de drogas (triagens toxicológicas) em amostras de sangue e urina podem mostrar muitas substâncias químicas e drogas presentes no corpo. A sensibilidade do teste depende da própria droga, quando ela foi tomada e do laboratório de teste. Exames de sangue podem detectar uma droga com mais facilidade do que exames de urina. No entanto, rastreio de drogas na urina são realizados com mais frequência

Opiatos e narcóticos permanecem na urina geralmente por 12 a 36 horas após o último uso, dependendo da quantidade utilizada e da frequência com que a droga foi utilizada.

Estimulantes do SNC, como cocaína, podem ser encontrados na urina de 1 a 12 dias, mais uma vez, dependendo da frequência de utilização da droga.

Depressivos do SNC, como o Valium e o Xanax, são encontrados até 7 dias após a última tomada, dependendo principalmente da substância usada e com que rapidez o corpo a elimina (sua meia vida).

A maioria dos alucinógenos também pode ser encontrada na urina até 7 dias após o último uso. No entanto, evidências de maconha podem ser encontradas até 28 dias após seu último uso em usuários regulares.

                                       Sintomas de Dependência química

Alguns dos sintomas e comportamentos da toxicomania incluem:

  • Confusão
  • Continuação do uso de drogas mesmo quando sua saúde, trabalho ou família estão sendo prejudicados
  • Episódios de violência
  • Hostilidade quando confrontado sobre a dependência
  • Falta de controle sobre o uso de drogas – incapaz de parar ou reduzir a ingestão de álcool
  • Dar desculpas para usar drogas
  • Faltar ao trabalho ou escola ou redução no desempenho
  • Necessidade de usar drogas diariamente ou regularmente para ser funcional
  • Negligenciar alimentação
  • Não se preocupar com a aparência física
  • Não participar mais de atividades devido ao abuso das drogas
  • Comportamento reservado para esconder o uso de drogas
  • Usar drogas mesmo quando sozinho

                                    Tratamento de Dependência química

O tratamento para o uso abusivo ou dependência quimica de drogas começa com o reconhecimento do problema. Embora a “negação” seja considerada um sintoma da doença, pesquisas recentes mostraram que pessoas doentes negam muito menos se forem tratadas com empatia e respeito, em vez de serem confrontadas ou se dissermos o que devem fazer.

O tratamento da dependencia quimica envolve a interrupção do uso de drogas, seja gradual ou abruptamente (desintoxicação), apoio e ficar livre da droga (abstinência).

  • Pessoas com intoxicação aguda ou overdose podem precisar de tratamento de emergência. Às vezes,a pessoa perde a consciência e pode precisar ser colocada em um respirador mecânico temporariamente. O tratamento depende da droga utilizada.
  • Desintoxicação é a retirada de uma substância usada em excesso em um ambiente controlado. Às vezes, uma droga com uma ação semelhante é colocada no lugar para reduzir os efeitos colaterais e riscos da abstinência. A desintoxicação pode ser feita em pacientes internados ou não.

Como em qualquer outra área da medicina, o tratamento com menor intensidade deve ser o tratamento inicial.

Programas de tratamento residencial monitoram e tratam possíveis sintomas e comportamentos de abstinência. Esses programas empregam técnicas de modificação comportamental, que são projetadas para fazer com que os usuários reconheçam seus comportamentos.

Programas de tratamento incluem aconselhamento, tanto para a pessoa (e talvez para a família) e em cenários de grupo. Programas de tratamento em caso de abuso de drogas continuam por um bom tempo após a liberação da instalação médica, e fornecem apoio grupal.

O vício em drogas é uma condição complicada e grave que exige tratamento e apoio físico e psicológico. É importante ser avaliado por um profissional treinado para que se determine os melhores cuidados a serem prestados.

Se a pessoa também tiver depressão ou outro distúrbio de humor, este deve ser tratado. Muito frequentemente, a pessoa começa a usar drogas em um esforço para se tratar de uma doença mental.

Para dependência de narcóticos, algumas pessoas são tratadas com metadona ou drogas semelhantes para evitar a abstinência e o abuso. O objetivo é permitir que a pessoa viva uma vida mais próxima possível do normal.

As complicações do abuso e dependência de drogas incluem:

  • Endocardite bacteriana, hepatitetromboflebiteembolia pulmonar,inanição ou infecções respiratórias, ocasionadas pelo uso de droga por injeção
  • Depressão
  • Overdose
  • Aumento nas taxas de diversos tipos de câncer
  • por exemplo, o câncer de pulmão e faringe está associado ao uso de nicotina
  • o câncer de boca e estômago está associado ao abuso e dependência de álcool.
  • Infecção por HIV através do uso de agulhas compartilhadas
  • Problemas de memória e concentração, por exemplo com o uso de alucinógenos, incluindo a maconha (THC)
  • Problemas com a lei
  • Recaídas
  • Práticas sexuais não seguras, que podem resultar em gravidez indesejada, doenças sexualmente transmitidas, HIV ou hepatite

                                                              Expectativas

O abuso e dependência de drogas pode levar à overdose fatal. Algumas pessoas começam a tomar drogas novamente depois de terem parado. As recaídas podem levar à dependência continuada.


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TERAPEUTA ESP.DEPENDENCIA QUIMICA/Alcool e Drogas

TERAPEUTA ESPECIALIZADO em DEPENDENCIA QUIMICA
Terapeuta e Pós Graduado no ISN. T.R.E // Terapia Cognitivo Comportamental./ CRT:27736
Tels: 13-996618367–13-9802-7888 Email: josinocardoso@hotmail.com Site:http://clinicamonterey.wordpress.com
O Tratamento Ambulatorial.A modalidade de tratamento com gerenciamento de caso que no momento é a maneira mas eficaz para dependentes quimicos e seus famíliares.
Essa é uma conclusão de anos de trabalhos dedicados a tratamentos e reinserssão social.

TRATAMENTO AMBULATORIAL ou Tratamento para Dependência Química, Álcool e Outras Drogas.Com um programa de reabilitação psico-social; Conscientização da relação familiar sobre a doença.Abordagens sobre: Riscos e prejuízos; Busca de qualidade de vida; Reduzir os danos pelo uso abusivo das drogas; Definir estratégias de enfrentamento das situações de risco e prevenção a recaídas;

O tratamento ambulatório,
cumpre regularmente um projeto terapêutico. Na atualidade, este tipo de terapia é cada vez
mais utilizada e o seu sucesso é crescente. O sucesso depende da
confiança estabelecida entre terapêuta e o paciente.

Mesmo nos casos em que se torna necessário a Internação para
em Clinica Terapêutica.

A Consulta. é um espaço para a avaliação da situação da pessoa
dependente, para a definição de uma estratégia terapêutica, para a realização terapeutica. Na Consulta garante se o anonimato de todos.
Na Consulta não é tolerada o consumo de drogas.
Ao dependente é mostrado possibilidade de ser tratado.
O acolhimento, sob marcação prévia, é feito individualmente.

São analisadas as motivações de cada pedido e a metodologia
terapêutica adequada a cada pessoa.
Pode ou não haver lugar ao início de outra forma de
intervenção mais específica. Assim, a pessoa pode ser encaminhada para uma CT.
Simultaneamente .De forma a que este possa compreender melhor e
acompanhar o processo terapêutico.
A ocupação do terapeuta é a de manter uma relação aberta,
compreensiva, afetuosa e profunda com o dependente e definir uma
estratégia de tratamento.

Consulta, pode beneficiar também do apoio de: Terapia Familiar. http://clinicamonterey.wordpress.com Triagem e
encaminhamento para / C.Ts, /Ambulatorial


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Tratamento de Dependência Química

Tratamento Dependência  Quimica

com gerenciamento de casos.

Contato/  josinocardoso@hotmail.com /centroterapeuticomonterey@hotmail.com (13) 996618357. (13) 98202-7888

Este é um  retrospectivo dos atendimentos realizados no ambulatório de Dependência Química do  com maior ênfase aos pacientes co-relacionados ao abuso de álcool, segundo critérios da CID 10.
Isso favorece o surgimento das conseqüências biopsicossociais do abuso crônico, que podem ser medidas através dos altos índices de internações  assim como pelas altas taxas de desemprego em plena fase produtiva de vida, fazendo-se cada vez mais necessários programas eficazes de prevenção.

O amplo uso indevido de substâncias que alteram o funcionamento do cérebro tem causado uma grande devastação na sociedade ao longo do tempo.

Calcular os efeitos do abuso de substâncias psicoativas é difícil, já que alguns deles levam décadas para se revelarem mas, de uma maneira geral, além dos danos físicos causados ao próprio indivíduo, há efeitos para a sociedade, que podem ser estimados através de parâmetros como emprego, educação e situação econômica.

O  abuso de substâncias tem muitas implicações para as pesquisas acerca do Sistema Nervoso, para a Psiquiatria clínica e para a sociedade em geral, já que podem afetar estados mentais internamente percebidos (p. ex.: humor) e atividades externamente observáveis (p. ex.: comportamento).
Dentre os transtornos relacionados a substâncias que alteram o funcionamento do Sistema Nervoso, o abuso e a dependência do álcool são, de longe, os mais comuns. 5
As bebidas alcoólicas têm desempenhado um importante papel na cultura humana. Desde a antigüidade, seu uso se deve fundamentalmente aos seus efeitos euforizantes, produzindo sensações de bem-estar e alegria. Entretanto, o limite entre o agradável e o perigoso nem sempre é bem delineado, o que é observado através do alto número de pessoas dependentes de seu uso e que sofrem as conseqüências amargas de seu vício, tornando cada vez mais necessário o enfoque ao assunto e, com isso, maior ênfase a estudos de prevenção.
Dada a importância do tema em nosso meio, o ambulatório semanal específico para o atendimento de pacientes dependentes químicos.

RESULTADOS
Desde o ano de 1990,que trabalho com a terapia cognitiva e com  grupos de pacientes dependentes de álcool e outras drogas.
devido a transtornos decorrentes do uso abusivo de álcool (F 10)*, 6 por transtornos decorrentes do uso abusivo de sedativos e hipnóticos (F13) por dependência de múltiplas drogas (F19)*, 3 por transtornos decorrentes do uso abusivo de cocaína e derivados por transtornos decorrentes do uso abusivo de canabinóides (F12) e 1 por solventes voláteis
Quanto ao gênero, dos pacientes pertenciam ao sexo masculino e  ao sexo feminino.
O longo tempo de exposição à substância faz surgir as conseqüências biopsicossociais da dependência do álcool.
Embora estudos afirmem que, quando há adesão ao tratamento.A terapia cognitiva para dependentes quimicos mostra-se eficaz. Mas nem todos cts.   Tem essa metodologia terapeutica . A estrutura familiar e pessoal do indivíduo, que são os pilares de uma abordagem terapêutica bem-sucedida.

O terapeuta deve manter uma relação aberta,
compreensiva, afetuosa e profunda com o dependentequimico e definir uma
estratégia de tratamento.

Para apoiar, a pessoa em tratamento.Pode-se beneficiar também do apoio de: Unidade de Internação,
Análises Clínicas e Rastreio de Doenças
(com aconselhamento), Grupo de Pais, Terapia Familiar. Serviço
de Terapia encaminhamento para C. Terapêutico .

São muitos os Grupos de Apoio e toda cidade certamente comporta um, basta se informar.

Veja alguns dos Grupos de Apoio mais Conhecidos:

http://www.alcoolicosanonimos.org.br

http://www.na.org.br

http://www.amorexigente.org.br

http://www.sobriedade.org.br

http://www.cruzazul.org.br

http://www.naranon.org.br

http://www.abp.org.br

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TIPOS DE TRATAMENTO-SEM INTERNAÇÃO /Ambulatorial

TIPOS DE TRATAMENTOS/DEPENDENCIA QUIMICA
tratamento da Dependência Química – Adicção (Alcool e outras drogas)
por : josino cardoso (terapeuta/dependencia quimica)
dependenciaquimica tratamento ambulatorial /contato-josinocardoso@hotmail.com /
centroterapeuticomonterey@hotmail.com
/013-99661-8367 /13-98202-7888

Nos casos em que não se aceita a existência do problema, antes de pensar numa internação, procure um profissional especializado. Agende uma consulta,de preferência especialista em dependência química.

A modalidade específica de psicoterapia é a( Terapia Cognitivo-Comportamental, Terapia Racional-Emotiva-Comportamental ou Terapia Estratégica), com frequência variável ao longo do tratamento. Reforço estas técnicas específicas pois foram e são as mais pesquisadas através de ensaios clínicos, demonstrando alguma eficácia comprovada cientificamente.

A família pode ainda procurar grupos de mútuo-ajuda, presentes virtualmente em qualquer cidade do país. No caso do adicto os grupos presentes no Brasil são o A.A. (Alcoólicos Anônimos) e o N.A. (Narcóticos Anônimos). Para os familiares os grupos Amor-Exigente, AL-ANOM e NAR-ANOM.
A idéia de envolver a família no tratamento é primeiramente devido a minha experiencia no tratamento de dependentes quimicos que vem de aproximadamente 30 anos.A segunda é embasada também por publicações em revistas especializadas – muitas atitudes dos familiares mais próximos acabam gerando facilitações ao estilo de vida descompromissado do adicto, e os grupos de apoio têm se firmado como opções mais efetivas que a própria terapia familiar na mudança estrutural necessária na recuperação do dependente quimico.
Não havendo o menor sinal de progresso, ou se percebendo que a aceitação do problema era algo superficial, com o intuito de ganhar tempo e espaço para a persistência no uso, entramos na próxima modalidade de intervenção, exposta a seguir.
Infelizmente é comum pacientes, alegarem para familiares fragilizados “mas eu estou tentando, fazendo tudo certo, indo no grupo ”, numa clara tentativa de manipular e manter a situação em que se encontram.
A dependência química é considerada doença crônica, incurável, progressiva e fatal pela comunidade científica. É necessario uma boa terapia para ajudar o dependente quimico na mudança),talvez um dos fatores que a torna tão incômoda dentro da estrutura socio-familiar na qual o adicto se insere. Trabalhar a motivação do indivíduo é fundamental, somente um especialista pode avaliar se o lapso ou recaída no uso da substância é indicação de internação ou não.
estou falando de pacientes cujas famílias não dependem do atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), onde a porta de entrada para o tratamento em localidades onde o recurso existe seriam os CAPS-ad (Centro de Atenção Psicossoial para pacientes com problemas decorrentes do abuso e dependência de substâncias).
Leia adiante as definições tecnicas dos diferentes serviços existentes – além dos serviços ambulatoriais tratados até o momento, existem serviços que trabalham em “regime fechado” ou de internação (clínicas psiquiátricas, clínicas de recuperação especializadas e comunidades terapêuticas).
Nos casos em que o paciente não aceita o prejuízo causado pela droga, ou que não aceita o tratamento oferecido (e requerido, do ponto de vista médico!), antes de optar pelo tratamento involuntário propriamente, oferecer ao paciente a possibilidade de uma internação voluntária em alguma clínica especializada para desintoxicação.

Muitas clínicas, especialmente particulares, aceitam qualquer tipo de internação, mas a estrutura de uma clínica que possa tratar com segurança estes tipos de casos deve contar com no mínimo.

Usando o exemplo da abstinência grave ao álcool, faz-se necessária a administração de doses de benzodiazepínicos em quantidade suficiente para restabelecer o balanço entre os sistemas inibitórios que recebe forte ação do álcool, e quando na sua privação entre em total desesquilíbrio. Apesar de ser uma das áreas com maior repercussão social (sabe-se que a maior parte dos dependentes que conseguem a recuperação abandonam eventuais envolvimentos com atos ilícitos pregressos!), infelizmente as manchetes não nos deixam esquecer que ainda existem depositários humanos, onde as famílias sequer tem acesso às instalações da clínica em questão.
Infelizmente, em muitos momentos não será possível acompanhar o paciente à Clínica, a família ficando com uma situaçao ainda mais delicada.Por isso quando faço a indicação faço o acompanhamento que geralmente os familiares não podem fazer,quando fazem não tem uma ideia clara sobre o tratamento oferecido.

Tipos de tratamento

O tratamento da Dependência Química é um processo que conta com várias ações: psicoterapia, medicamento, internação etc.
Entretanto não são todas as pessoas que necessitam de todas as ações. O tratamento deve ser individualizado, ou seja, ele deve ser projetado de acordo com as necessidades do paciente e da família. Tratamento do tipo “pacotes”, nos quais todos os pacientes passam pelas mesmas ações invariavelmente e independente da substância que usam, dos problemas que têm, ou da gravidade da dependência podem funcionar para um subgrupo de pessoas, mas não para todas. Não existe um tratamento único que atenda a todos os dependentes químicos. O terapeuta deve avaliar cuidadosamente cada caso, discutir com o jovem e com a família o plano de tratamento mais adequado. Alguns precisarão tomar medicamentos, outros não. A grande maioria não precisa ser internada, mas alguns precisam. Outros terão como indicação uma psicoterapia, ou terapia familiar, assim por diante. Só o terapeuta pode discutir com o cliente qual é a melhor opção para ele.

1. Quanto à Modalidade Ambulatorial:
na maioria das vezes deve-se começar um tratamento pelo ambulatório. Como qualquer doença .  O tratamento ambulatorial é o tipo mais acessível de tratamento, não só pelo seu menor custo, como pelas “vantagens” que ele apresenta. Ao contrário do que se imagina, o tratamento ambulatorial, é mais efetivo do que a internação, pois procura tratar a pessoa sem tirá-la do ambiente no qual ela vive e nem afastá-la das tarefas do dia-a-dia. Também é possível desenvolver com o paciente um tipo de atendimento mais longo que inclua reinserção social, prevenção de recaída, etc. Quando o paciente é encaminhado para um serviço ambulatorial, a família deve estar envolvida no tratamento sendo que o paciente deve ter consciência da sua responsabilidade no processo. O educador deve, neste momento, orientar a família com relação à importância do problema e funcionar como retaguarda do aluno, acolhendo-o sempre que necessário.
Internação:
Modalidade reservada aos casos mais graves, que demandam cuidados intensivos. A internação é feita quando o profissional, que orienta o atendimento, percebe que a pessoa corre risco de vida, quando a própria pessoa prefere ser internada para se submeter ao tratamento, quando as tentativas ambulatoriais falharam, quando o jovem não tem uma rede de apoio familiar e social que o ajudará a ficar sem droga. A internação pode variar de alguns dias até 6 meses, dependendo da necessidade do paciente. Internações acima de seis meses não são mais eficazes que as internações mais curtas. Preferencialmente a internação deve se restringir ao período de crise e ser o mais breve possível. Há os recursos das semi-internações que são o Hospital Dia e o Hospital Noite. No primeiro, o paciente passa o dia no hospital e dorme em casa. No segundo, dorme no hospital e passa o dia fora. Estas modalidades de tratamento não são comuns em nosso meio e o Brasil carece de Serviços desta natureza.
Internação Domiciliar:
este é um recurso utilizado pelos terapeutas para evitar a internação hospitalar. O jovem deve ter um bom suporte social e familiar e concordar com a internação. Neste período ele fica dentro de sua própria casa, sem sair. Não vai à escola ou ao trabalho e as tarefas fora do lar devem ser realizadas por outra pessoa. Não deve ter contato com usuários de drogas.
2. Quanto à técnica
Psicológico:
O tratamento psicológico pode auxiliar e/ou complementar o tratamento psiquiátrico/medicamentoso e/ou funcionar como suporte motivacional e auxiliar na manutenção da abstinência. O psicólogo pode seguir diferentes linhas e independente da linha que siga irá sempre procurar trabalhar o lado emocional ligado ao problema sem receitar medicamentos. Muitas linhas psicológicas consideram a família do paciente um componente importante do tratamento e por isso o seu envolvimento é bastante freqüente. Existem diversos tipos de tratamentos psicológicos, em grupo ou individuais, que atendem às diferentes necessidades/características das pessoas. A linha mais utilizada atualmente é a chamada cognitiva. Pode-se usar também a linha comportamental, com treinamento de habilidades, entre outras. A psicanálise clássica, não se mostrou eficaz. É importante deixar claro que, se o paciente precisar ser medicado ou passar por uma desintoxicação, deverá procurar um psiquiatra.
Medicamentoso:
A necessidade de um tratamento psiquiátrico deve ser avaliada na primeira consulta do paciente. Existe muito preconceito em relação ao tratamento psiquiátrico que é, muitas vezes, associado ao tratamento de doentes mentais. O educador deve, neste caso, orientar a família para a necessidade de consultar um especialista em dependência química salientando os aspectos químicos e físicos envolvidos no problema. O psiquiatra deve ser visto, portanto, como especialista na avaliação de um plano de atendimento no caso da dependência química. Existem poucos medicamentos que ajudam na Dependência propriamente dita – apenas para o Álcool e Tabaco. Geralmente o médico vai utilizar-se de medicamento se houver alguma doença associada, por exemplo, Déficit de Atenção e Hiperatividade, Depressão, Ansiedade dentre outras.
Grupos de auto-ajuda:
Os grupos de auto-ajuda são grupos organizados por ex-dependentes e têm como base a troca de experiências, o aconselhamento e a religião. Os grupos de auto-ajuda não seguem nenhuma teoria específica, mas são extremamente eficientes, pois lidam com relatos de experiências vividas por outros dependentes que, desta forma, percebem o seu problema de uma outra maneira. Existem diferentes tipos de grupos de acordo com a dependência. Os A.A (Alcoólicos Anônimos) destinam-se a alcoólicos, os N.A. (Narcóticos Anônimos) são para dependentes químicos, o Amor exigente e ALANON são para familiares de dependentes. Para os adolescentes existe o ALATEEN.
Religioso:
A crença religiosa é muito importante no tratamento de dependências. Ela deve ser respeitada e valorizada pelos pais, mesmo que esteja em desacordo com as suas próprias crenças, pois funcionam como base de orientação para a abstinência e para o tratamento. Muitas vezes, os dependentes não fazem nenhum tipo específico de tratamento e apenas a religião ou a fé em alguma crença garante a sua abstinência.

São muitos os Grupos de Apoio e toda cidade certamente comporta um, basta se informar.

Veja alguns dos Grupos de Apoio mais Conhecidos:

AA – Alcoólicos Anônimos –    http://www.alcoolicosanonimos.org.br/

NA – Narcóticos Anônimos –   http://www.na.org.br/

Amor Exigente –                   http://www.amorexigente.org.br

Pastoral da Sobriedade –       http://www.sobriedade.org.br/

Cruz Azul –                          http://www.cruzazul.org.br

Nar-Anon: Grupo para familiares de Dependentes Químicos – http://www.naranon.org.br/

http://www.abp.org.br – Associação Brasileira de Psiquiatria

http://www.amb.com.br – Associação Médica Brasileira
http://www.saude.gov.br – Ministério da Saúde
http://www.anvisa.gov.br – Agência Nacional de Vigilância Sanitária
http://www.crmpr.org.br – Conselho Regional de Medicina do Estado do Paraná

http://www.naranon.org.br/

al.anonport.nom.br

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