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Clinica tratamento de dependentes quimicos

A, Clinica Terapeutica Monte Rey- é um local para tratamento de dependentes químicos e dependência química, tendo como principal objetivo o tratamento,e recuperação e reinserção social de homens e mulheres dependentes químicos de psicoativos (álcool-crack, e outras drogas),e apoio aos familiares .

A -Metodologia Proposta –

Nossa proposta de tratamento é fundamentada no modelo Minessota para tratamento e recuperação de dependentes químicos. O processo terapêutico  é bem prático . Para tal contamos com uma equipe multidisciplinar especializada. medico/enfermagem/psicólogo/ Coordenador Terapêutico e Conselheiros/monitores.

A nossa proposta é a reabilitação de dependentes químicos, visando a reinserção dos mesmos na sociedade, através de um período mínimo de 4 a 6 meses de trabalho e conscientização/ auto conhecimento. Neste trabalho a família ocupa seu papel, isto é, o tratamento envolve a recuperação dos dependentes químicos e familiares. O trabalho é dirigido a questões,cognitivas  emocionais e espirituais. O tratamento consiste também em terapia, individual e em grupo.

O que é adicção……

O adicto é um homem ou mulher que não consegue viver consigo mesmo, com os familiares (maridos, esposas, filhos, etc.) e também não consegue ter convívio social. Convém lembrar que o uso é consequência da adicção. A espiritualidade é fator de muito ênfase, já que observamos a “falência espiritual” no uso de drogas.Tratar a dependencia química nesse estado requer habilidade e experiência em lidar com o campo,emocional e espiritual.(comportamental)

A  Dependência Química

É uma doença reconhecida pela O.M.S.(Organização Mundial da Saúde) sob o código CID 10 – F12. Uma pesquisa da Organização Mundial de Saúde mostra que 80% dos pacientes entre 15 e 60 anos de idade internados em hospitais psiquiátricos são alcoolistas ou usuários de drogas, e 75% dos menores considerados delinquentes têm dependência ou são filhos de dependentes químicos.

Partindo desta premissa básica. A doença é tratada de forma que seja vista como uma necessidade de se reeducar, e não como uma forma de se “punir”, pois o dependente químico já estava se punindo, se agredindo e agredindo outros por não conseguir deter o uso abusivo de substâncias psicoativas tais como: drogas, álcool, etc. Não é necessário se punir para tratar. E sim obter ajuda. O ponto fundamental a ser abordado no tratamento é a consciência da dependência química, sobretudo de que o uso de álcool e drogas não é uma causa e sim uma consequência da doença. As terapias mostram a  manipulação que muitas vezes acontece de forma inconsciente para o uso de drogas. ( negação-bloqueios, traumas, medos, ansiedades, depressões, apegos); distorções da realidade que o torna, às vezes, uma pessoa anti-social, desleixada com a família e a sociedade. Também não consegue levar adiante seus estudos, trabalhos ou relacionamentos. Não há convivio social nenhum, tudo gira em torno do uso . Estas são as causas da dependencia química sofrer sem se dar conta. Como abordamos isso tudo de uma forma sutil e com “empatia”, as terapias cognitivas ajudam a ver à realidade e trabalhar suas limitações de olhar para si mesmo e se aceitar como pessoa, sem fazer uso de qualquer substância química que altere a mente ou o humor. Trabalhamos com técnicas terapêuticas que tem os melhores resultados no Brasil e nos EUA e Europa. Com isso começa se perceber que o mais importante não é só parar de usar e sim reformular sua maneira de pensar. Descobre se que o passado tem muita influência na sua maneira de pensar atual, está é a fase mais produtiva do tratamento: o auto-conhecimento.

O tratamento é no mínimo 4 a 6 meses com base no modelo Minessota de recuperação de dependentes químicos.(voluntario)

Equipe Técnica de Tratamento

Coordenador de Tratamento: Josino Cardoso Neto
Medico-Psicólogo,Terapeutas e Consultores/monitores.

PARA CONTATO:

· Clinica Terapeutica Monte Rey:

(13) 3847-1545 (13)9728-3958(11)99670-2923-(19)8302-6060
hotmail:centroterapeuticomonterey@hotmail.com

Modelo Minessota

Atividades Terapêuticas

O tratamento consiste em técnicas terapêuticas cognitivas e comportamentais que são os subsídios oferecidos com a finalidade de, num primeiro momento, desacelerar os mecanismos de defesa desencadeados pela dependência química. As terapias cognitivas têm como finalidade resolver “bloqueios” (negação da realidade, vergonha, culpa, medo, orgulho, raiva, prepotência, arrogância)Esse processo terapeutico é para que se de início ao processo de mudanças pertinentes à sua maneira de pensar, deixando claro seus comportamentos inadequados . As terapias utilizadas para isso são:

- Terapias Cognitivas (”Grupo de Sentimentos”; “Espiritualidade”);

- Grafoterapia (”Resumos escritos”);

- Reuniões para conscientização: 12 passos de NA e AA (Narcóticos e Alcoólicos Anônimos);

- Laborterapia (mudança do comportamento – disciplina pessoal);

- Atendimento Terapêutico: individual e/ou em grupo;

- Terapia Racional Emotiva (aprender a lidar com as emoções de forma saudável, separando a emoção da razão);

- Videoterapia (vídeos educacionais);

- Dinâmicas de grupo;

- Atividades Físicas e Esportivas;

- Prevenção de Recaída.

FASES TERAPEUTICAS

1- Pré-tratamento: Nesta fase, o paciente ainda não se definiu, e membros da nossa equipe farão uma abordagem .

2- Fase Primária: os pacientes inseridos nesta fase são provenientes das abordagens ou de manifestação voluntária. Dá-se início ao período de desintoxicação, quando a freqüência de surtos provenientes da síndrome de abstinência são comuns. Não ministramos, a não ser por prescrição médica, nenhum medicamento e/ou métodos que possam vir a agredir de alguma forma o paciente. Tem-se um programa terapêutico, e o paciente começa as atividades a partir do primeiro momento de sua permanência no Clinica Terapêutica. Essas atividades são representadas por reuniões de grupos de ajuda mútua, coordenados por conselheiros que acompanham também a laborterapia (mecanismo usado para desenvolver a base da programação: Honestidade, Responsabilidade, Mente aberta e Boa vontade). É o período de conscientização de que “o problema não é somente o uso de drogas,mas também as conseqüências do uso”. Sugestões são oferecidas com amor e firmesa ,deixando perceber suas necessidades de uma mudança.

3- Fase Inicial: Depois de familiarizado com o programa e suas finalidades, o paciente começa a ter respostas para os seus questionamentos. É uma fase crítica, na qual muitas respostas não estarão de acordo com sua vontade e sua maneira de pensar e agir. O índice médio de desistências concentra-se neste período. No entanto, a probabilidade do tratamento ser bem sucedido após esta fase é muito grande. O paciente começa a discernir entre vontade e necessidade e suas implicações; a linguagem começa a ter sentido prático e é despertada necessidades de mudanças na maneira de pensar e de agir.

4- Fase Básica: A partir desta fase, o paciente dá início à base de sua recuperação, substituindo velhos conceitos por novos (Honestidade, responsabilidade); adquire novos valores (gratidão, consciência superior); e desenvolvimento da auto estima.

5- Prática: Nesta etapa, há a atenção da equipe de conselheiros no que tange à coerência comportamental. Situações são planejadas premeditadamente no intuito de confrontar e espelhar o comportamento com o propósito almejado, avaliando como os pacientes lidam com seus sentimentos e emoções, cujas técnicas já são do seu conhecimento. O exercício habitual dessa prática terapêutica (teoria + ação) resultará em mudanças na maneira de pensar e, consequentemente, reflexos positivos na conduta social e pessoal do paciente.

Treinamento

Não basta ter usado drogas para ajudar um dependente químico a se recuperar… É necessário treinamento para adquirir habilidade para desempenhar esta função que muitas vezes é vista de uma forma simplória, e o resultado é, na maioria das vezes, nada satisfatório (tanto para o dependente químico quanto para os familiares do mesmo).

A falta de conhecimento faz com que a pessoa que pede ajuda e não obtem resultados fique mais resistente a uma nova proposta de tratamento (internação).

Aos pacientes que terminarem o tratamento e optarem pelo fortalecimento de sua base espiritual, será oferecido um treinamento de no mínimo um ano, onde subsídios mais aprofundados serão oferecidos nas técnicas terapêuticas de grupo. Também oferecemos periodicamente um acompanhamento terapêutico após o término de seu tratamento, com terapias de acordo com as necessidades dos pacientes.

Fica a critério do dependente em recuperação usufruir da manutenção oferecida pelo Clinica. Este serviço estará disponível após o término do tratamento no ct.

CUSTO-BENEFÍCIO

Nenhum dependente químico (álcool ou drogas psicoativas) é dependente porque quer. É como perguntar a alguém se quer ser feliz ou infeliz!

Não oferecer ajuda é como privar uma pessoa de viver.

Muitas vezes é um bom profissional que deixa de ser um membro produtivo da sociedade; é um pai, mãe ou filho(a) que esta destruindo seu lar devido a dependência quimica, muitas vezes causando acidentes, colocando em risco a própria vida e a de outros, seja no trabalho, em casa ou na rua, dirigindo embriagado ou drogado.

Também se faz necessário lembrar que a pessoa em tratamento é uma a menos contribuindo com o narcotráfico. É uma família a menos sofrendo em conseqüência do seu ente querido estar usando drogas ou álcool.O apoio dos familiares é

essencial para o tratamento eClinica para tratamento de dependentes quimicos a recuperação, que é o apoio familiar e para isso temos reuniões de orientação e apoio para familiares dos dependentes químicos em tratamento.

 

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Dependência emocional e codependência

Dependência é normal para crianças e esperada em pessoas doentes. Não é saudável em adultos!

Você consegue reconhecer dependência? Pessoas dependentes geralmente tendem a fugir de responsabilidades, reclamam constantemente, culpam os outros e mentem para evitar as consequências de seus atos. Pessoas dependentes não desenvolvem as qualidades e habilidades essenciais para suportar uma vida adulta saudável. Eles manipulam ou demandam dos outros que façam o que não conseguem fazer por si mesmos.

Você é dependente?

Se você define amor como um comportamento que satisfaz suas necessidades é provável que sim. Desta forma, suas expressões de amor exigem que outros ajam nas suas necessidades, de forma exigente. Se você é um dependente emocional você acredita que sua segurança emocional e seu valor (autoestima) requer a presença constante e reconfortante de outra pessoa.

Você se preocupa intensamente com outra pessoa? Você precisa estar perto daquela pessoa? Você se sente perdido quando não não consegue estar perto? Você precisa do amor exclusivo e absoluto de alguém e só procura sua compania? Você vê os amigos e familiares desta pessoa como competição? Você é ciumento? Você só consegue se decidir ou agir se a pessoa em questão aprovar?

O que vamos discutir aqui não é a dependência infantil, normal como dito acima, ou a dependência dos doentes ou dos idosos. Neste post discutiremos a dependencia emocional vista em adultos, especialmente nos relacionamentos amorosos. Mas lembre-se: relacionamentos codependentes podem acontecer no seio da família, no ambiente de trabalho, entre amigos, etc…

Abaixo há uma pequena lista de características de Amor versus Amor Tóxico ou dependente (resumida do livro de M. Beattie & T. Gorski):

1. Amor – desenvolvimento do self (identidade) é a prioridade
Amor Tóxico – obsessão com o relacionamento
2. Amor – espaço para crescer, expandir, desejo que o outro cresça também
Amor tóxico – Segurança, conforto na mesmisse; intensidade da necessidade do outro visto como prova de amor (enquanto que na verdade pode ser apenas medo, insegurança, solidão)
3. Amor – Interesses separados: outros amigos, mantém relacionamentos significativos com outros
Amor tóxico – envolvimento total, vida social limitada, negligencia velhos amigos e interesses
4. Amor – encoraja um ao outro a expandir, há segurança em seu próprio valor
Amor tóxico – preocupação com o comportamento do outro, medo da mudança
5. Amor – confiança apropriada (confia no parceiro e em como ele age)
Amor tóxico – ciúmes, possessividade, medo de competição, protege a “demanda”
6. Amor – compromisso, negociação, tomam a liderança em turnos. Resolvem problemas juntos
Amor tóxico – brigas pelo poder, culpam o outro, manipulação passivo-agressiva
7. Amor – acolhem a individualidade do outro
Amor tóxico – tenta mudar o outro para que se pareça com sua própria imagem
8. Amor – O relacionamento é focado na realidade
Amor tóxico – relacionamento baseado na fantasia e no evitamento do desprazer
9. Amor – Os parceiros cuidam de si mesmo, o estado emocional não depende do humor do outro
Amor tóxico – expectativa de que o parceiro o curará e o resgatará
10. Amor – Desligamento amoroso (preocupação saudável com o parceiro, enquanto o permite ser individual)
Amor tóxico – fusão (obcecado com os sentimentos e problemas do parceiro)
11. Amor – o sexo é de livre escolha para demonstrar crescimento, carinho e amizade
Amor tóxico – pressão sobre a área sexual devido a insegurança, medo e necessidade de gratificação imediata
12. Amor – habilidade para gostar de estar sozinho
Amor tóxico – incapaz de suportar separação, pessoa grudenta
13. Amor – ciclos de conforto e contentamento
Amor tóxico – cliclos de dor e desespero
Analise as mensagens sobre relacionamentos com as quais você é bombardeado diariamente: relacionamentos na TV, nas novelas, nos filmes. Preste atenção crítica a letras de músicas e canções de amor. Nós diariamente somos bombardeados com modelos de dependência emocional!

Afinal, o que é codependência ou dependência emocional?

A codependência ou dependência emocional é uma tendência de se comportar passivamente em excesso, que leva a impacto negativo nos relacionamentos e na qualidade de vida de um indivíduo. É geralmente vista como colocando as necessidades do indivíduo abaixo das necessidades dos outros e ficar preocupado em excesso com outros.
Historicamente o conceito foi retirado dos Alcoólicos Anônimos (AA), que mostrava que o problema não era só do dependente químico, mas também dos amigos e familiares que constituem a rede social do alcoolista (já escrevi um post sobre isso aqui).

Características da codependência

Na codependência os comportamentos, pensamentos e sentimentos vão além do que é normal para cuidados e auto-sacrifício. Numa relação parental, por exemplo, a mãe pode passar a sacrificar toda sua vida e relacionamento com pai (inclusive sexual) em prol de cuidar 100% do tempo da criança. Isso é ruim para a criança também. Em geral, um pai que cuida de si primeiro de forma saudável será um melhor cuidador do que um pai codependente que pode até mesmo causar danos aos filhos.

Os Co-dependentes Anônimos oferences os seguintes padrões e características como ferramenta para auxiliá-lo em uma autoavaliação:

Padrões de Negação:
• Tenho dificuldade em identificar o que sinto.
• Eu minimizo,altero ou nego como realmente me sinto.
• Percebo a mim mesmo como completamente sem egoísmo e dedicado ao bem estar dos outros.
• Falta-me empatia pelos sentimentos e necessidades de outros.
• Eu rotulo outros com meus traços negativos.
• Cuido de mim mesmo sem qualquer ajuda de outros.
• Mascaro minha dor de várias formas como raiva, depressão e isolamento.
• Eu expresso negatividade ou agressão de forma indireta e passiva.
• Não reconheço que outros pelos quais me sinto atraído possam não estar disponíveis.
Padrões de baixa autoestima:
• Tenho dificuldades em tomar decisões.
• Julgo tudo o que penso ou digo duramente, como se nunca fosse bom o suficiente.
• Fico envergonhado ao receber reconhecimentos, elogios ou presentes.
• Nunca peço aos outros que reconheçam meus desejos ou necessidades.
• Valorizo mais a opinião dos outros do que a minha sobre o que penso, sinto e como ajo.
• Não me vejo como alguém que mereça amor ou atenção.
• Constantmente busco reconhecimento que acho que mereça.
• Tenho dificuldades em admitir que errei.
• Tenho que parecer correto aos olhos dos outros e até minto para que parecer melhor.
• Acho-me superior aos outros.
• Preciso de outros para me sentir seguro.
• Tenho dificuldades em começar atividades, completar prazos e projetos.
• Tenho dificuldades em estabelecer prioridades mais saudáveis.
Padrões de evitamento:
• Ajo de forma convidativa a outros para me rejeitar.
• Julfo duramente o que os outros pensam, sentem, falam e fazem.
• Evito intimidade emocional, física ou sexual como forma de me distanciar.
• Permito que minhas dependências a pessoas, lugares e coisas me distraiam de atingir real intimidade nos relacionamentos.
• Uso comunicação indireta e evasiva para evitar conlitos ou confrontações.
• Atraio as pessoas, mas quando elas estão próximas, eu as evito.
• Acredito que demostrações de emoção são sinais de fraqueza. Padrões de cumplicidade:
Eu comprometo meus próprios valores e integridade para evitar rejeição por parte de outros.
• Eu sou muito sensível a como os outros se sentem e sinto o mesmo.
• Sou extremamente leal, permanecendo em situações danosas por muito tempo.
• Eu valorizo mais a opinião dos outros do que a minha própria e tenho medo de expressar opiniões e sentimentos diferentes.
• Deixo de lado meus próprios interesses e hobbies para fazer o que os outros querem.
• Aceito sexo ou atenção sexual quando procuro amor.
• Tenho medo de expressar minhas opiniões e crenças quando diferentes do que os outros pensam.
• Tomo decisões sem pensar nas consequências.
Padrões de controle:
• Acredito que a maioria das pessoas é incapaz de cuidar de si mesmas.
• Tento convenceros outros sobre o que “deveriam” sentir ou pensar.
• Fico ressentido quando outros não me deixam ajudá-los.
• Ofereço conselhos abertamente, sem ter sido convidado a isso.
• Gasto com presentes luxuosos e favores naqueles que me são importantes.
• Utilizo o sexo para ganhar aprovação e aceitação dos outros.
• Necessito que “precisem” de mim para me relacionar com outros.
• Exijo que minhas necessidades sejam acolhidas pelos outros.
• Uso meu charme e carisma para convencer os outros de minha capacidade de compaixão e cuidado.
• Uso culpa e vergonha para explorar emocionalmente os outros.
• Recuso-me a cooperar, comprometer ou negociar.
• Adoto uma atitude de indiferença, desesperança, autoridade ou raiva para manipular resultados.
• Finjo concordar com outros para conseguir o que quero.

Recuperação
Existem várias formas de tratamento da dependência emocional. Muitos optam por psicoterapia e algumas pessoas usam medicamentos psiquiátricos quando o quadro é associado à depressão.
Um dos principais aspectos da intervenção familiar, feita na psicoterapia, é a identificação de padrões de codependência na família. Também existem diversos livros de autoajuda no mercado que lidam com a dependência emocional.

Qual o problema da dependência emocional a longo prazo?
Padrões mal resolvidos de codependência podem levar a problemas como alcoolismo, dependência química, transtornos alimentares, dependência sexual e outros comportamentos autodestrutivos.Pessoas com padrões de dependência tem maior probabilidade de serem abusadas por indivíduos agressivos (bullying), de ficar em empregos insatisfatórios e estressantes, e de permanecer em relacionamentos abusivos. Além disso, estas pessoas procuram menos ajuda médica quando necessária, são preteridas nas promoções no trabalho e ganham menos quando comparadas a outros indivíduos.

 
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Tipos de drogas.

‘Pedradas’ legais e ilegais.

'Pedradas' legais e ilegais.

As ‘pedradas’ legais ou ilegais, ‘pedradas’ de “head shop” ou de “plantas naturais” são nomes dados a substâncias psicoactivas (drogas) que podem estar à venda na Irlanda em lojas que vendem produtos relacionados com drogas (head shops, lojas de cânhamo) e outras lojas como sex shops ou locais onde se fazem tatuagens. Podem também ser compradas na Internet. Estas drogas são vendidas como alternativas às drogas como cannabis, ecstasy, cocaína, LSD, anfetaminas e heroína.

Sabemos que estão disponíveis várias centenas destes tipos de drogas. Estas incluem drogas que servem como:

  • sedativos (drunfos)
  • estimulantes (excitantes)
  • alucinogéneos (trips) e
  • afrodisíacos (estimulantes sexuais)

Algumas são de planta ou seja provêm de uma planta. Outras são sintéticas, ou seja são fabricadas de substâncias químicas. A maioria são uma mistura de produtos de plantas e sintéticos.

Estas drogas são todas substâncias psicoactivas, o que significa que alteram a forma como pensa, se sente e comporta. O seu efeito sobre a saúde física e mental é imprevisível e há o risco de se tornar dependente.

Não para consumo humano

Muitas destas drogas à venda são rotuladas como ‘não para consumo humano’, daí que aqueles que vendem e fornecem estas drogas podem contornar a lei e evitar responsabilidade por quaisquer consequências negativas ou riscos. Algumas drogas possuem usos legais na indústria e nos cuidados animais.

A segurança de nenhuma destas drogas foi testada em seres humanos. Nada sabemos sobre os os efeitos a médio e longo prazo do consumo destas drogas. Algumas ou todas elas podem ter efeitos secundários perigosos.

  • Algumas podem torná-lo confuso – daí a maior probabilidade de ter um acidente ou tomar riscos perigosos.
  • Podem causar ansiedade, ataques de pânico, paranóia ou mesmo doenças psicóticas.
  • Muitas são estimulantes (excitantes) que o podem impedir de dormir, deixando-o exausto e mais tarde deprimido.
  • Estas drogas podem ter efeitos negativos na saúde mental – muitas das vezes as pessoas sentem-se ‘cansadas da cabeça’ depois de tomar estas drogas.
  • Podem ser tóxicas para os seres humanos, mesmo as substâncias ‘naturais’ ou ‘plantas naturais’ podem causar danos como insuficiência renal, coma e mesmo a morte.

Cannabis

Nomes de calão incluem haxixe, boi, merda, marijuana, ganza, erva.

A cannabis é uma planta natural e usada em três formas principais. O tipo mais comum, é chamado resina, que vem em bocados ou blocos de cor escura. Menos comuns são as folhas e caules da planta, chamada de marijuana ou erva. O terceiro tipo, o óleo de cannabis, é raramente visto na Irlanda.

A cannabis é normalmente enrolada com tabaco num ‘charro’ ou ‘em cachimbo’ e fumada, mas também pode ser cozinhada e ingerida.

Efeitos – Ficar ‘pedrado’ com cannabis fá-lo sentir relaxado, falador e feliz. Algumas pessoas sentem que o tempo abranda e dizem também apreciar melhor as cores, os sons e os sabores. Pode-se ficar com grande vontade de comer, chamado de ‘apetite voraz’.

Efeitos secundários – A cannabis pode afectar a sua memória e concentração e pode deixá-lo cansado e com falta de motivação. Se não estiver habituado à cannabis ou usar um tipo mais forte do habitual pode sentir ansiedade, pânico ou confusão. Pode ter delírios ou alucinações.

Riscos – Muitas pessoas consideram a cannabis como uma droga relativamente segura. Mas a investigação demonstra que quem a usa há muito tempo pode sentir dificuldade em controlar o uso da droga e tornar-se dependente. Fumar cannabis aumenta o risco de doença cardíaca e de cancros como o cancro do pulmão e pode também afectar a sua fertilidade. Nas pessoas que possuam problemas de saúde mental subjacentes, o uso de cannabis pode levar à esquizofrenia. Na Irlanda é a segunda droga mais comum detectada nos sistemas de condutores embriagados, depois do álcool.

Ecstasy

Nomes de calão incluem pastilha, droga do amor.

Ecstasy

O ecstasy é normalmente feito em laboratórios clandestinos em alguns países europeus. É vendida sobretudo como pastilhas que têm diferentes logótipos ou desenhos. Por vezes as pastilhas de ecstasy podem conter outras drogas e substâncias.

Efeitos – O ecstasy pode fazê-lo sentir-se mais alerta e sintonizado com a sua envolvente. Sente-se feliz e calmo e cria uma sensação de intimidade e proximidade em relação às outras pessoas. Os sons, as cores e as emoções são mais intensos. Você tem mais energia o que lhe permite dançar durante longos períodos de tempo.

Efeitos secundários – A temperatura do seu corpo, tensão arterial e ritmo cardíaco podem subir. Outros efeitos físicos incluem as dores musculares, náuseas, trismo e ranger dos dentes. Pode ter suores intensos, tremuras e palpitações. Pode sentir-se desidratado, confuso e cansado.

Riscos – A maioria das drogas legais são primeiro testadas em animais, mas os utilizadores de ecstasy são cobaias humanas. A investigação já demonstra que os utilizadores regulares de fim-de-semana passam por uma ‘crise’ a meio da semana que os pode deixar cansados e deprimidos, muitas vezes durante dias. Podem passar anos antes de se conhecerem os efeitos de longo prazo, mas alguns utilizadores podem correr o risco de desenvolver problemas de saúde mental mais tarde nas suas vidas. As mortes causadas pelo ecstasy são bastante raras, mas podem ocorrer por insolação, ataques cardíacos e ataques de asma.

Heroína

Nomes de calão incluem cavalo, burra, castanha, H.

A heroína é feita da morfina, uma das drogas oriundas da papoila de ópio. Usa-se de forma injectável ou fumada.

Efeitos – Injectar a heroína dá um efeito rápido seguido de sensação de paz e sonho. Sente calor, relaxado e sonolência. Há uma redução da dor, da agressão e dos desejos sexuais.

Efeitos secundários – Os efeitos secundários da heroína e outros opiáceos (tais como a morfina e a metadona) incluem obstipação e respiração mais fraca. No entanto, a maioria dos perigos da heroína resultam da overdose e do facto de se injectar a droga.

Riscos – O que é vendido na rua como heroína contém muitas das vezes outras substâncias, tais como açúcar, farinha, pó talco e outras drogas. Essas substâncias podem parecer inofensivas, mas se as injectar podem causar danos ao corpo, tais como coágulos de sangue, abcessos e gangrena. O HIV e a hepatite B e C podem propagar-se pela partilha de seringas. O uso regular de heroína leva frequentemente à dependência, especialmente se a injectar.

A metadona é usada como droga de substituição para tratar a dependência da heroína. Vem sob a forma de um líquido verde, que se bebe uma vez por dia para se perder a vontade de tomar heroína. O risco mais sério da metadona é a morte por overdose.

Cocaína

Nomes de calão incluem coca, branquinha, neve.

Cocaína

A cocaína é um pó branco feito das folhas da planta da coca, que cresce sobretudo na América do Sul. É normalmente ‘snifada’ pelo nariz. O ‘crack’ não é uma droga diferente mas uma forma de cocaína mais viciante. O crack, também conhecido como ‘rock’, ‘pedra’ ou ‘base livre’, é normalmente fumado. A cocaína é por vezes injectada ou ingerida.

Efeitos – A cocaína é um poderoso estimulante. Fá-lo sentir mais alerta e energético e também tira a sensação de fome e sede.Estes efeitos podem durar até 20 minutos após cada uso. Fumar crack dá uma pedrada mais curta mas mais intensa.

Efeitos secundários – Devido aos seus poderosos efeitos, os utilizadores de cocaína ficam muitas vezes com vontade de mais. Doses grandes podem fazer com que fique exausto, ansioso e deprimido e por vezes agressivo.

Riscos – O facto de ‘snifar’ a cocaína pode causar danos permanentes ao interior do nariz. O uso da cocaína pode danificar o seu coração e pulmões e grandes doses pode provocar a morte por ataque cardíaco ou coágulos de sangue. Tomar cocaína com álcool aumenta o risco de ataque cardíaco e de morte. A ingestão de cocaína pode danificar o tecido do intestino. A depressão que se segue ao êxtase pode ser séria e levar a tentativas de suicídio. Com o decorrer do tempo e abuso da substância, a sensação de excitação provocada pela cocaína pode fazer com que fique agitado, perca o sono e o peso. Algumas pessoas podem ficar com psicose paranóica pelo que podem ficar violentas. O forte desejo por cocaína, especialmente crack, podem levar ao desejo de querer a droga a toda a hora e pode perder o controlo do seu uso da droga.

Anfetaminas

Nomes de calão incluem speed, cristal, anfes.

As anfetaminas são um grupo de drogas estimulantes, algumas delas usadas no passado como pastilhas de emagrecimento. Aparecem geralmente sob a forma de pó branco acinzentado, vendidas em embalagens dobradas em papel chamadas de ‘invólucros’. São normalmente engolidas mas podem ser injectadas ou ‘snifadas’. Um tipo conhecido como ‘ice’ ou ‘cristal’ pode ser fumado.

Efeitos – Estes dependem da forma como se toma a droga. Uma pequena dose pela boca fá-lo sentir mais alerta e enérgico. Doses maiores que injecte ou fume dão-lhe uma sensação de prazer. Alguns utilizadores de speed abusam e tornam-se super activos e tagarelas.

Efeitos secundários – Tal como acontece com outras drogas estimulantes, pode experimentar uma depressão após a pedrada provocada pela droga. Doses maiores de anfetaminas podem causar pânico, paranóia e alucinações. Com o uso prolongado, pode-se desenvolver uma condição conhecida como ‘psicose por anfetaminas’, com sintomas semelhantes à esquizofrenia. A paranóia pode torná-lo violento se acreditar que está a ser ameaçado ou perseguido.

Riscos – A psicose por anfetaminas pode continuar após ter parado de usar a droga. Caso se torne agressivo ou violento, pode envolver-se em situações perigosas. Os riscos de injectar são idênticos aos das outras drogas, tais como a heroína.

Solventes

Nome de calão inclui ‘snifar cola’

Os solventes incluem produtos encontrados na maioria das casas, tais como colas, diluente, acetona, gás de isqueiro e sprays de aerossóis tais como desodorizantes. Pode inalá-los a partir de uma pano embebido, manga de casaco ou directamente de uma garrafa. Pulverizam-se aerossóis directamente na boca. O abuso de solventes é muito comum entre adolescentes. Para a maioria dos adolescentes trata-se algo passageiro, mas pode causar-lhes enormes problemas na escola e em casa.

Efeitos – A inalação de solventes pode dar uma sensação de pedrado ou ‘excitação’ que é semelhante à de embriaguez. Os efeitos passam normalmente após cerca de meia hora. Pode-se parecer embriagado, com a fala desarticulada, cambalear, dar gargalhadas e falta de controlo e pode ainda sentir sonolência posteriormente.

Efeitos secundários – A sua capacidade crítica pode ser afectada e pode tornar-se agressivo. São também comuns as alucinações, vómitos e perdas temporárias da consciência. Segue-se normalmente ao uso uma ressaca, com dores de cabeça e dificuldades de concentração.

Riscos – É rara a morte por abuso de solventes mas pode acontecer por algumas razões e pode acontecer na primeira vez que os usar. Sob a influência dos solventes é maior a probabilidade de se ter acidentes. Pode também engasgar-se ou sufocar – em consequência do solvente que lança nos pulmões, do seu vomitado ou das substâncias que usar para ajudar a inalar o solvente. Muitos solventes podem também provocar insuficiência cardíaca.

LSD

Nome de calão ácido.

LSD

O LSD vem normalmente como pequenas pastilhas conhecidas como ‘cápsulas’ ou ‘barras’, em pequenos quadrados de papel ou de cartão. As barras têm normalmente imagens ou logótipos. Engole-se as barras.

Efeitos – LSD é uma droga alucinogénica. Cerca de uma hora depois de tomar uma barra, ocorre uma ‘trip’ (viagem) em que a sua envolvente parece diferente, com as cores, os sons e os objectos a terem uma aparência irreal ou anormal. Durante uma ‘trip’ pode-se ter visões e ouvir vozes e o tempo parece arrastar-se ou acelerar. Os efeitos podem durar cerca de 12 horas.

Efeitos secundários – É difícil prever que tipo de ‘trip’ se terá. Durante uma má ‘trip’, pode sentir-se horrorizado, sentir que está a perder o controlo, enlouquecer ou morrer. É mais provável uma má ‘trip’ se já sentir ansiedade ou deprimido antes de tomar a droga.

Riscos – Uma má ‘trip’ pode desencadear uma doença mental em algumas pessoas. Boas ‘trips’ podem também ser perigosas, por exemplo, se acreditar que pode voar ou que anda sobre a água. Pode ter também flashbacks, caso sinta que está de volta a uma ‘trip’ após um curto período de tempo, durante semanas e meses depois de uma ‘trip’. Estes flashbacks podem ser angustiantes.

Os cogumelos mágicos são alucinogénicos que crescem espontaneamente. Podem-se comer crus ou cozinhados, ou fazer chá deles. Os efeitos dos cogumelos mágicos são semelhantes a uma ligeira e curta ‘trip’ de LSD.

Tal como acontece com o LSD, pode ter más ‘trips’ que podem ser assustadoras. Há também o risco de poder comer cogumelos venenosos por engano, pensando serem mágicos.

Clínica para Dependentes Químicos – Monte Rey – Clínica Terapêutica

 

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